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sábado, 14 de outubro de 2017

A importância da Praxiterapia.


A praxiterapia, ou terapia prática, é o uso ou aplicação de um ritual, de um comportamento, de um movimento físico já utilizado no passado, consciente ou inconscientemente, com duas finalidades principais; a primeira, no caso de nunca ter sido usado antes, para que ele seja inconscientizado com todos os afetos associados ou ancorados a eles, como, por exemplo, numa técnica neurolinguistica de imprint desenvolvida por Richard Bandler, John Grinder e Milton Erickson.
A segunda finalidade é precisamente o contrário, quando estes comportamentos ou movimentos já existiram antes, eram frequentemente usados no passado, para que ele ser re-ungido com os sentimentos, com a afetividade ancorada nesses comportamentos antidos como uma técnica de cura aplicada por um agente terapêutico.


Esses comportamentos, ou rituais antigos ficam guardados como um patrimônio, como um recurso, como uma memória talvez para que a vida os utilizem no futuro.

Se recorremos a Viktor Frankl, Ph.D., o criador da Logoterapia e da psicoterapia existencial humanista, vemos que um dos pressupostos da humanização do homem é o exercício da sua liberdade.
A praxiterapia é uma revolução, na medida em que, quando o sujeito se comporta "como se" estivessem bem, eles, por isto, se tornam bem.


No Centro de Ensino Profissional Graziela Reis de Souza, eu, Enfermeiro Marcelo Luiz Pereira desenvolvi simulações de Praxiterapia com meus alunos dos Cursos de Aconselhadores de Dependentes Químicos e Cuidadores de Idosos. Os resultados foram excelentes, houve a participação de todos, e a harmonia na realização das tarefas (jogos educativos, desenhos, pinturas, colagens, e o dia da beleza) foi marcante. 
Pude constatar ainda que o processo de construção das atividades foi extremamente salutar, com uma resposta altamente positiva por parte dos envolvidos.  


Medo de morrer, de matar e de se contaminar: três histórias sobre como é viver com transtorno obsessivo compulsivo

Para a maior parte das pessoas, uma toalha, um jornal ou sapatos não são nada além de objetos comuns. Mas, para algumas pessoas, itens como estes podem desencadear pensamentos invasivos difíceis de serem controlados.
Se você não tem o transtorno obsessivo compulsivo (TOC), pode ser difícil entender como um objeto inofensivo pode atrapalhar o cotidiano de uma pessoa e colocá-la em uma espiral incontrolável.
Este distúrbio de ansiedade é caracterizado por pensamentos invasivos, recorrentes e persistentes que geram inquietação, medo e preocupação, e desencadeando compulsões - comportamentos repetitivos com os quais os pacientes tentam reduzir sua ansiedade.
É um transtorno mental comum, de acordo com o serviço de saúde pública do Reino Unido (NHS, na sigla em inglês). Ele afeta homens, mulheres e crianças e pode desenvolver-se em qualquer idade, embora apareça com mais frequência no início da idade adulta.
A BBC falou com três pessoas que sofrem de TOC e pediu-lhes que apontassem para um objeto que simbolizasse todo o seu sofrimento.
Estas são suas histórias, contadas em primeira pessoa.

Eve e os jornais

"Sempre pensei o pior de mim mesma. Na minha melhor avaliação, eu era um fracasso que não agradava e que não deveria agradar a ninguém. Na pior das hipóteses, eu era uma pessoa terrível.
Mas, quando eu tinha 22 anos, o ódio que sentia por mim mesma piorou ainda mais.
Comecei a me preocupar com a possibilidade de que isso me tornasse uma pessoa perigosa, que eu pudesse machucar os outros.
Não consigo descrever quão horrível era esse sentimento. Comecei a evitar todo mundo, com medo de que pudesse machucar alguém.
Um dia eu li um artigo sobre um estuprador e assassino. A agitação inicial e o horror que senti foram rapidamente substituídos pela ideia de 'e se eu me tornasse uma pessoa tão ruim assim?'.
Artigos de jornais - e as próprias notícias - juntaram-se à longa lista de coisas que eu temia.
E se as histórias de alguma forma contaminassem minha mente e me piorassem ainda mais?
Para alguém que não possui TOC e tem uma opinião razoável de si mesmo, isso pode parecer ridículo. Mas fazia todo o sentido para mim.
Então comecei a evitar os jornais. Não passava por lojas que os vendessem, nem os tocava, e também evitava pensar neles.
Viajar a trabalho de trem tornou-se algo horrível. Eu mantinha minha cabeça para baixo e balançava-a constantemente para tentar livrar-me de qualquer imagem que pudesse ter visto acidentalmente. Fiquei presa na minha própria bolha de medo.
No final, consegui superar minha desordem com terapia cognitivo-comportamental e com psicoterapia. Ainda é um problema para mim às vezes e ainda tenho muita ansiedade, mas aprendi a ser minha própria psicoterapeuta e a desafiar meus medos.
Espero que as pessoas compreendam que o TOC é exaustivo e realmente pode fazer você se odiar.
Não confiar em si mesmo, ter de lutar constantemente contra pensamentos indesejados e criar compulsões que você sabe não fazerem sentido, tudo isso explode sua autoestima."

Alice e os sapatos

"Sei que meus pensamentos são irracionais, mas não posso controlá-los. A cada minuto de todos os dias, imagens assustadoras de infecções vêm à minha mente. As pragas de insetos são o meu maior medo. Se meus pensamentos se transformassem alguma vez em realidade, creio que ficaria tão ansiosa que não poderia respirar.
insetos vivem no solo e o solo não pode ser evitado. Então, meus sapatos e meias estão frequentemente contaminados. Se eu vejo algo pelo canto do olho que se parece um inseto, minha ansiedade me golpeia. Meus sapatos e meias ficam imediatamente sujos, mesmo que nunca tenham tocado o inseto imaginário.
Então eu evito tocá-los e frequentemente os tiro e largo na rua, voltando para casa com os pés descalços.
Mas eu tenho que tirá-los sem usar minhas mãos. Eu queria que as pessoas não olhassem para mim quando faço isso. Queria que as pessoas não pensassem que eu sou estranha por isso, mas, acima de tudo, gostaria de ter uma vida normal."

Grace e as toalhas

"Toda vez que eu tiro a toalha de meu corpo, vejo a imagem do meu cadáver sendo transportado em uma maca. E quando você imagina que algo vai acontecer, você acha que isto vai acontecer mesmo. É assim que o TOC funciona.
A única maneira de sair dessa sequência de pensamento era pedir que outra pessoa tirasse a toalha da minha vista - assim eu não imaginava meu corpo sem vida ao seu lado.
Este é apenas um exemplo das diferentes maneiras pelas quais meu distúrbio se manifestava.
Eu estudei psicologia e fui diagnosticada quando estava na faculdade. Quando aprendi sobre a teoria da evolução, parei de acreditar em Deus e comecei a pensar em mim como um organismo natural, que não iria ao céu ou ao inferno, mas se decomporia como uma planta.
Agora eu entendo como foi que desenvolvi TOC naquele momento. Como a inevitabilidade da morte é tão esmagadora, nos concentramos em coisas como religião ou política para amortecer o conceito de morte.
Quando aprendi o ponto de vista científico, fiquei sem fé para me proteger da inevitabilidade da morte.
Aprender sobre a evolução combinado com a perda de minha visão de mundo me causou tanta ansiedade que inconscientemente tentei recuperar o controle através de comportamentos obsessivos compulsivos.
Agora, a teoria da evolução me faz sentir mais segura. Aprender sobre como os nossos antepassados Homo sapiens evoluíram e sobre os caminhos que eles fizeram, me ajudou a entender por que eu existo hoje, de onde eu venho e para onde eu vou."
FONTE: http://www.bbc.com/portuguese/geral-41576570

segunda-feira, 9 de outubro de 2017

Por que é mais difícil para as mulheres lutar contra alcoolismo e dependência às drogas

domingo, 1 de outubro de 2017

Na Europa, só uma nação proíbe: como diferentes países veem a terapia de reversão sexual

quarta-feira, 6 de setembro de 2017

Começa o Setembro Amarelo, mês de prevenção ao suicídio


Como a psicologia explica a maneira como você vota

quarta-feira, 30 de agosto de 2017

A geração smartphone que não está preparada para a vida adulta




Jovens que cresceram na era dos smartphones estão menos preparados para a vida adulta, segundo uma pesquisa americana.
A chamada "geração smartphone", daqueles que nasceram após 1995, vem amadurecendo mais lentamente que as anteriores.
Eles são menos propensos a dirigir, trabalhar, fazer sexo, sair e beber álcool, de acordo com Jean Twenge, professora de psicologia da Universidade Estadual de San Diego, nos Estados Unidos.
Suas conclusões estão no recém-publicado livro iGen: Why Today's Super-Connected Kids are Growing up Less Rebellious, More Tolerant, Less Happy - and Completely Unprepared for Adulthood (iGen: Por que as crianças superconectadas estão crescendo menos rebeldes, mais tolerantes, menos felizes - e completamente despreparadas para a vida adulta, em tradução livre), com os resultados de uma investigação baseada em pesquisas com 11 milhões de jovens americanos e entrevistas em profundidade.
Em entrevista à BBC Mundo, o serviço da BBC em espanhol, Twenge explicou que esses jovens cresceram em um ambiente mais seguro e se expõem menos a situações de risco.

Mas, por outro lado, chegam à universidade e ao mundo do trabalho com menos experiências, mais dependentes e com dificuldade de tomar decisões.
"Os de 18 anos agem como se tivessem 15 em gerações anteriores", comenta Twenge.
Ela diz que isto tem relação com a superconectividade típica desta geração, que passa em média seis horas por dia conectado à internet, enviando mensagens e jogando jogos online.
Por conta disto, acabam passando menos tempo com amigos, o que pode afetar o desenvolvimento de suas habilidades sociais.
O estudo mostrou ainda que quanto mais tempo o jovem passa na frente do computador, maiores os níveis de infelicidade.
"O que me impressionou na pesquisa foi que os adolescentes estavam bastante cientes dos efeitos negativos dos celulares", comentou a pesquisadora.
"E um estudo com 200 universitários que fizemos mostrou que quase todos prefeririam ver seus amigos pessoalmente", continua.
Essa consciência, no entanto, não se traduz em prática.
A Geração Smartphone, segundo a pesquisa com base no universo americano, sofre com altos níveis de ansiedade, depressão e solidão.
A taxa de suicídio, por exemplo, triplicou na última década entre meninas de 12 a 14 anos.
Mas, ao mesmo tempo, trata-se de uma geração mais realista com o mercado de trabalho e mais disposta a trabalhar duro, o que Twenge vê como "boa notícia para empresas".
"Eles não têm grandes expectativas como as que tinham os millennials (a geração anterior, dos nascidos após 1980)", compara. "Eles estão mais preocupados em estar física e emocionalmente seguros. Bebem menos e não gostam de riscos."
Segundo o livro, por terem uma infância mais protegida, têm um crescimento mais lento. Para Twenge, "não gostam de fazer coisas nas quais não se sintam seguras, o que fazem é adiar os prazeres e as responsabilidades".
Mas embora as principais conclusões pareçam acenar para um sinal de alerta, a pesquisadora comenta que a geração smartphone é tolerante com pessoas diferentes e ativa na defesa de direitos LGBT e da população.
"E mais ainda que as gerações anteriores, eles acreditam que as pessoas devem ser o que são", completa. 
FONTE: http://www.bbc.com/portuguese/geral-41080541

segunda-feira, 28 de agosto de 2017

O que leva às compras por impulso - e como educar a mente para fugir delas!

quarta-feira, 5 de abril de 2017

Filofobia


 

O que é filofobia?

A filofobia nada mais é do que o medo irracional de se apaixonar por alguém. Em casos mais graves, pode abranger também o amor pelos amigos e familiares.
A filofobia não é o nervosismo normal que ocorre quando a pessoa se apaixona por alguém. Não são simplesmente borboletas no estômago. O medo é tão intenso que desencadeia vários mecanismos de defesa. Essas pessoas expressam desconforto, nervosismo e ansiedade quando ficam expostos a situações que possam criar algum tipo de vínculo ou afeto.

Quais são os padrões de comportamento associados a filofobia?

Como o rapaz da nossa história, o mecanismo de defesa mais utilizado por pessoas com esse distúrbio é encontrar defeitos no seu parceiro. Usa esses supostos defeitos como justificativa para não aprofundar seus sentimentos.
Muitos filofóbicos, para não enfrentar seus problemas com a intimidade, se apegam a amores impossíveis e inalcançáveis. Convencem a si mesmos que não podem amar, pois seu amor é impossível.
O artigo “Filofobia: Medo de amar” da theclinic.cl, explica “A ideia de que o seu parceiro vai deixá-lo por outra pessoa serve como desculpa para não se comprometer“. Por isso provocam brigas, geralmente motivadas pelo ciúme, para que a outra pessoa termine a relação. Quando percebem que a relação está se aprofundando, se afastam, não respondem aos seus telefonemas e até inventam desculpas para não se encontrar com o parceiro.

Por que procurar ajuda?

Se você se identificou com esse artigo, talvez seja o momento de procurar ajuda. A filofobia tem cura. É possível superar esse medo. Existem várias terapias para tratar essa fobia.
A terapia cognitiva irá ajudá-lo a compreender o pensamento que o leva a sentir medo e ensinará técnicas para mudar os padrões de pensamentos negativos para positivos.
A terapia de dessensibilização é utilizada para todos os tipos de fobia. Ela coloca o paciente em contato com o objeto ou situação que ele teme, nesse caso, o relacionamento amoroso. O terapeuta pode usar a tecnologia para simular essa interação e preparar a pessoa para situações da vida real.
Muitos tiveram sucesso com a Programação Neurolinguística, hipnose e outros métodos. Um profissional de saúde mental poderá ajudá-lo a escolher a terapia mais adequada para o seu caso específico. Algumas pessoas se sentem constrangidas ao procurar um psiquiatra, psicólogo ou terapeuta. Por que não? Essas técnicas podem nos ajudar muito. Aprimore-se e vença seus medos.
Não deixe que o amor se torne um problema. A filofobia pode nos levar à solidão e a depressão. Amar é bom. Você pode superar esse medo e experimentar a alegria de amar e ser amado.
FONTE: https://amenteemaravilhosa.com.br/como-identificar-e-tratar-filofobia/

quarta-feira, 8 de março de 2017

'Não saio de casa desde o ano passado': o drama dos que sofrem de transtorno de ansiedade.

 

 

"Tenho ataques de vertigem, e isso gera agorafobia (desconforto em locais públicos ou em meio a multidões) e minha ansiedade. Basicamente, eu fico em casa e minha mãe se encarrega de fazer compras e me trazer comida".
John, em entrevista à BBC (esse foi o nome por ele dado), explica os efeitos e consequências que o Transtorno de Ansiedade Aguda provoca em sua vida. E eles não se limitam a sintomas: ele enfrenta problemas para obter ajuda no tratamento de sua condição, em especial dos órgãos estatais.
Ele vive no País de Gales, e não sai de sua casa desde o final de 2016 por causa da ansiedade. Está na fila de espera do sistema de saúde pública britânica, o NHS, para ser avaliado por um especialista, pois suspeita de o transtorno se aliou a outro problema psicológico.

Deficiência

Transtornos mentais são notoriamente difíceis de diagnosticar e isso deixa suas vítimas em uma espécie de limbo no que diz respeito à elegibilidade para receber ajuda do governo.
"Sou uma das pessoas excluídas. Tinha direita a um auxílio para deficiências, mas isso me foi retirado (pelo governo) e tiver que entrar na Justiça para tentar reaver o dinheiro", diz John.
Mas o problema afeta as vítimas do transtorno de ansiedade em todo o mundo.

Pânico paralisante

E isso vem da dificuldade em diagnosticar o mal e definir como ele pode debilitar uma pessoa.
"Todo mundo sofre de algum tipo de ansiedade", explica John.
E eles variam de uma simples preocupação, como sudorese nas mãos ao falar em público, às manifestações mais intensas.
A Asociação Psiquiátrica dos EUA define o diagnóstico de trastorno de ansiedade quando o nervosismo ou a preocupação têm as seguintes características.
  • 1) Uma reação desproporcional ou inapropriada em relação tanto à idade do indivíduo como à situação presente.
  • 2) Um impedimento à capacidade de agir normalmente
Entre efeitos conhecidos do transtorno estão palpitações, confusão mental, problemas com a fala, tonturas, fadiga e até desmaios.
"Seu cérebro começa a funcionar mal e você fica ansioso em situações completamente inapropriadas. É algo completamente enfraquecedor", afirma John.

Agravantes

Alguns tipos de anisedade podem resultar em uma espécie pânico paralisante. Ou levar a desordens como o transtorno obsessivo-compulsivo (TOC) e a depressão. No caso de John, o problema é a vertigem.
"Se ouço muitas pessoas falando, tenho ataques de vertigem. Sinto-me como se fosse desmaiar, e por isso não consigo sair de casa", explica.
John depende dos cuidados de sua mãe, uma aposentada de 70 anos. E é imprevisível quando ele terá um ataque.
"Minha condição oscilou nos últimos anos. O diagnóstico original foi em 2011, mas tive uma recaída no ano passado. Nos últimos seis meses de 2016, estive muito doente e enjoado. Minha mãe me tirava de casa por uma meia hora, para darmos uma volta. Mas muitas vezes tive ataques de vertigem intensos. Por isso, fui saindo cada vez menos".
Os benefícios que recebia do Departamento de Trabalho e Pensões foram cancelados porque, na avaliação das autoridades britânicas, John, não está severamente incapacitado.
"Minha mãe cuida de mim em tiempo integral, sem nenhum tipo de apoio. É um insulto que o governo me diga que estou capacitado quando sequer consigo sair de casa".

Determinação

A BBC, porém, também conversou com outra vítima de transtorno de ansiedade. E que trouxe uma história diferente: Stephen O'Reilly conta que é possível controlar a condição através da determinação.
 Ele conta ter se forçado a sair de casa e a buscar um emprego, ainda que com ajuda de remédios e meditação.
"Chorava e tinha ataques de pânico, mas não queria deixar que a doença se apoderasse de mim e definisse minha existência".
Apesar da ansiedade, ele propôs a si mesmo o desafio de viajar pela Austrália com sua mochila.
"A cada lugar que parávamos, não conseguia olhar as pessoas na cara e gaguejava. Mas viajei porque não queria mais viver minha vida daquela maneira".
A experiência mudou sua realidade: O´Reilly atualmente consegue trabalhar, ainda que os ataques vez ou outra ainda aconteçam. Mas ele usa a meditação para conter seus efeitos.
"Digo a mim mesmo quem sou e onde estou. Assim lido com isso. Porque prefiro trabalhar e ter esses ataques aleatórios de pânico (a ficar em casa)".
O'Reilly recomenda que outras vítimas façam o mesmo e não esperem ajuda estatal.

FONTE: http://www.bbc.com/portuguese/geral-39167010