Translate

domingo, 28 de julho de 2019

Fim dos likes: como a mudança do Instagram afeta influenciadores



"O Instagram anunciou nesta quarta-feira (17) uma mudança na forma como os usuários brasileiros utilizam a plataforma. O número das curtidas, ou “likes”, passará a ser ocultado do público durante um período de teste e apenas o dono da conta saberá quantas pessoas deram as curtidas em cada publicação."
Os “likes” ou curtidas das redes sociais digitais ativam a mesma área do cérebro responsável às atividades prazerosas, como comer um doce ou ganhar dinheiro. Essa foi a conclusão a que chegaram neurocientistas da Universidade da Califórnia, em um estudo em que avaliaram a reação de adolescentes entre 13 a 18 anos diante de postagens no Facebook."
"Quando a mesma ideia de imagem (selfies ou fotos com familiares) era apresentada a outro grupo de pessoas, mas desta vez com um número menor de curtidas, as fotos não recebiam a mesma atenção que quando as imagens tinham um número maior. Além da atenção, os voluntários tinham mais predisposição para curtir fotos que já tinham recebido uma quantidade superior de curtidas.
Depressão, ansiedade, imagem corporal negativa, bullying e outros problemas de saúde também estão relacionados cada vez mais ao uso exagerado das redes sociais, conforme relatório publicado em 2017 pela Royal Society For Public Health (instituição de saúde da Inglaterra). Além disso, o tempo que passamos em frente às redes também aumenta o risco de isolamento social.
Um estudo publicado pela Universidade de Pittsburgh demonstrou que uma pessoa que passa duas horas por dia no Instagram, Facebook e Twitter dobra o risco de isolamento em comparação a quem gasta apenas 30 minutos ou uma hora por dia nas redes. 


Ovo muito curtido
Outra situação que provou o impacto das redes sociais na saúde mental foi o experimento do egg_world_record. O criador do perfil publicou uma foto de um ovo e solicitou aos usuários da plataforma que a imagem tivesse uma quantidade de curtidas maior do que a foto da filha da socialite norte-americana Kylie Jenner, post com maior número de likes no Instagram até então.
    A imagem do ovo recebeu 53,6 milhões de likes, contra os 18 milhões da celebridade do clã Kardashian. 
Com o passar dos dias, porém, o ovo foi “rachando” e cerca de um mês depois os usuários descobriram a real intenção do ovo: tratar da pressão das redes sociais digitais na saúde mental dos usuários. Em um site criado a partir da postagem no Instagram, as pessoas com dificuldades para lidar com a expectativa das curtidas e das interações encontravam instituições capazes de oferecer ajuda. No Brasil, o site linkava os serviços do Centro de Valorização da Vida (CVV)."
FONTE: https://www.gazetadopovo.com.br/viver-bem/saude-e-bem-estar/instagram-oculta-numero-de-curtidas-beneficiando-saude-mental/

sexta-feira, 19 de julho de 2019

Porque uniformes podem ser tão sensuais?

Paulo Nobuo.



De um lado, bombeiros, policiais e mecânicos. De outro, enfermeiras, professoras e aeromoças. Em comum, uniformes que são bastante comuns em sex-shops por fazerem parte de um universo de fetiches que chegam a beirar o clichê.
 Mas por que homens e mulheres que usam uniformes são considerados sexy?
O fenômeno é tão comum em todo o mundo que, em um artigo para o site Science of Relationships, o psicólogo e pesquisador Gary W. Lewandowski Jr. reuniu estudos que ajudam a entender por que os uniformes são tão presentes nas fantasias sexuais.
De acordo com o especialista, o primeiro motivo seria o fato de que uniformes transmitem segurança e confiança, características consideradas extremamente atraentes para ambos os sexos.




Em seguida, a questão do poder, outro grande afrodisíaco, está atrelada ao uso de uniformes, especialmente entre os homens. Segundo o psicólogo, um estudo indicou que médicos que se apresentam de jalecos eram considerados pelos voluntários mais respeitados e com maior autoridade do que aqueles que usavam roupas normais.
É possível entender, portanto, que o interesse sexual por pessoas que usam uniformes vai além de uma simples questão cultural, fetiche ou uma imposição de filmes eróticos. A sensualidade transmitida pelas vestimentas pode realmente produzir um impacto inconsciente no desejo. 
FONTE:https://www.vix.com/pt/sexo/541194/por-que-achamos-homens-e-mulheres-vestindo-uniformes-tao-sexy 

quarta-feira, 17 de julho de 2019

Mídias sociais elevam depressão




Na era do troco likes, me segue que eu sigo de volta e muitas retuitadas, a depressão é quem está se conectando aos jovens que mais usam as redes sociais — principalmente as garotas. Segundo um estudo da Universidade de Londres, adolescentes do sexo feminino apresentam duas vezes mais chances de terem depressão ao utilizar redes sociais do que homens da mesma faixa etária. 
Entre garotas de 14 anos, cerca de 75% sofrem de depressão por baixa autoestima, insatisfação com sua aparência e por dormir sete horas ou menos por noite. Os pesquisadores analisaram os processos que poderiam estar ligados ao uso de mídias sociais e depressão e descobriram que 40% das meninas e 25% dos meninos tinham experiência de assédio on-line ou cyberbullying.
 O levantamento ainda aponta que 12% dos usuários considerados moderados e 38% dos que fazem uso intenso de mídias sociais mostraram sinais de depressão mais graves. Para completar esta relação, no final do ano passado a Universidade da Pensilvânia comprovou, pela primeira vez, uma conexão da redução do bem-estar com o uso do Facebook, Snapchat e o Instagram. 
O professor Joel Rennó Júnior, do Departamento de Psiquiatria da Faculdade de Medicina da USP (FMUSP) afirma que “Há uma relação importante do perfil de personalidade do adolescente, seu gênero — o feminino sendo mais afetado — e o  tempo de exposição. É o conjunto de fatores que torna o adolescente mais vulnerável ao quadro de depressão.”

Porém, as redes sociais, por si só, não são culpadas pelos quadros depressivos. Rennó Júnior entende que a questão está no tempo gasto e no isolamento que ela provoca na rotina dos jovens, além da fase vivenciada. 
 “Isso acaba combinado, muitas vezes, com algumas características da adolescência. No caso das meninas, muitas têm baixa autoestima, distorção de imagem corporal, ansiedade e são meninas que sofrem assédio on-line.” 
Neste ponto, o especialista enfatiza: “As pessoas se mascaram, criam outra identidade até para atrair crianças e adolescentes. É algo muito sério. 
Muitas vezes as meninas expõem fotos — de forma ingênua — para outras meninas, para o namorado, e aí que vem a difamação e a calúnia. Em adolescentes vulneráveis, isso pode causar grandes estragos psíquicos”. É necessário o uso de ações públicas conjuntas para traçar estratégias que solucionem o problema, segundo o professor do Departamento de Psiquiatria.
FONTE:https://jornal.usp.br/atualidades/mau-uso-de-redes-sociais-agrava-sinais-depressivos-nos-jovens/

domingo, 7 de julho de 2019

Pessoas desequilibradas


Uso excessivo de celular por estudantes está associado a mais parceiros sexuais e notas baixas.