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domingo, 23 de outubro de 2016

05 anos de egolegal

 Nesses 05 anos de egolegal comemorados em outubro, gostaria de agradecer imensamente à todos que contribuíram e continuam contribuindo com o sucesso do blog. Meu objetivo maior é lançar luz sobre esse assunto que ainda é carregado de dúvidas: a saúde mental. 
Gostaria de pedir um favor para todos que seguem o blog, por favor, me deem um retorno, sobre suas dúvidas e/ou sugestões. Gostaria muito de saber a opinião de todos. Meu e-mail é marceloluiz_pereira@yahoo.com.br. Muito obrigado. 

In these 05 years of egolegal celebrated in October, I would like to thank immensely to all who have contributed and continue to contribute to the success of the blog. My biggest goal is to shed light on this subject which is still full of doubts: mental health.
I would like to ask a favor to all who follow the blog, please give me a return on your questions and / or suggestions. I would love to hear from everyone. My email is marceloluiz_pereira@yahoo.com.br. Thank you very much.

En estos 05 años de egolegal celebrado en octubre, me gustaría agradecer enormemente a todos los que han contribuido y siguen contribuyendo al éxito del blog. Mi mayor objetivo es arrojar luz sobre este tema que todavía está llena de dudas: la salud mental.
Me gustaría pedir un favor a todos los que siguen el blog, por favor, dame un retorno de sus preguntas y / o sugerencias. Me encantaría escuchar a todos. Mi correo electrónico es marceloluiz_pereira@yahoo.com.br. Muchas gracias.
 

In diesen 05 Jahre von egolegal im Oktober gefeiert wird, würde Ich mag immens zu allen danken, die dazu beigetragen haben und weiterhin für den Erfolg des Blogs beitragen. Mein größtes Ziel ist es Licht zu diesem Thema zu vergießen, die noch voller Zweifel ist: psychische Gesundheit.
Ich möchte einen Gefallen alle fragen, die den Blog folgen, mir bitte eine Rückkehr auf Ihre Fragen und / oder Anregungen geben. Ich würde gerne von jedermann zu hören. Meine E-Mail ist marceloluiz_pereira@yahoo.com.br. Danke.
 

Unicamp cria exame de sangue para identificar doenças mentais Material analisado permite identificação de esquizofrenia e transtorno bipolar.

O Instituto de Química (IQ) da Unicamp, em Campinas (SP), desenvolveu um exame de sangue que pode detectar dois tipos de doenças mentais: a esquizofrenia e o transtorno bipolar. Para isso, os pesquisadores analisaram o soro do sangue de pessoas que possuem um dos tipos de doença e o de pessoas que não apresentam os problemas.
(...) há muitos que passaram vários anos com diagnósticos falhos, portanto, com tratamento falho"
Geraldo José Balone, psiquiatra
O diagnóstico de doenças mentais é feito através da investigação do médico. Segundo o psiquiatra Geraldo José Balone, o problema está em identificá-las, já que os sintomas se assemelham. No entanto, os tratamentos se diferem.
"O transtorno bipolar grave tem sintomas muito parecidos com a esquizofrenia, mas o tratamento é completamente diferente. A gente se baseia no que o paciente sente ou no que os outros percebem nele. O que a gente observa é que há muitos que passaram vários anos com diagnósticos falhos, portanto, com tratamento falho também (...) a confiabilidade é muito maior, inclusive para fins até documentais", explica.
 
Procedimento
O trabalho foi realizado por meio de equipamentos de ressonância magnética, que identificam alterações nas moléculas de pacientes com essas doenças, em comparação aos pacientes saudáveis.
"Nós chamamos essas moléculas de biomarcadores. Eles são presentes em um grupo investigado e ausentes no outro, ou estão presentes em concentrações diferentes (...) Nós gostaríamos que isso fosse usado no dia a dia para a prática clínica, na psiquiatria", afirma a pesquisadora da Unicamp Ljubica Tasic.
 
 Vários médicos e diagnósticos
Durante um ano e meio, o empresário Marcos Meloto conta que enfrentou dificuldades para descobrir a doença de sua mãe. Foram vários médicos e diagnósticos diferentes, como mal de Alzheimer, compulsividade, depressão e transtorno bipolar.
"Você vai ao médico e ele te dá um monte de diagnósticos, vários remédios diferentes, mas nada resolve, nada dá certo, a pessoa só piora. Ela chegou até a ter intoxicação por excesso de remédios", relata.
FONTE:  http://g1.globo.com/sp/campinas-regiao/noticia/2016/09/unicamp-cria-exame-de-sangue-para-identificar-doencas-mentais.html

domingo, 25 de setembro de 2016

Freud


Setembro amarelo


Em pleno Setembro Amarelo, que tem como objetivo chamar a atenção para as causas do suicídio, eu ouvi a seguinte frase da Naira Évine, do projeto Não Estamos Bem, que trabalha com foco em pessoas negras neuroatípicas: “depressão é coisa de branco”. Ela me contou que é o tipo de coisa que muitas e muitas pessoas negras escutam quando contam sobre seus problemas. É como se, além de toda opressão, os privilegiados tivessem também exclusividade de certas doenças.
Depressão não é frescura. Não é não estar disposto hoje. Não é estar triste. Não é querer ficar deitado mais umas horinhas. Depressão é físico. O seu corpo para de produzir elementos necessários para seu funcionamento e aí rola a apatia. 
Rola não conseguir sair da cama, estar triste, não ter disposição…mas rola tudo isso em um grau altíssimo. Você passa semanas querendo viver no escuro porque é o máximo com o que você consegue lidar.
Um estudo publicado pela revista médica International Journal of Health Services descobriu que, nos Estados Unidos, jovens negros e hispânicos têm menos chances de receber tratamento psiquiátrico do que brancos.
A gente pode pensar que é uma realidade distante, porém, no Brasil mulheres negras são menos medicadas para dor, por exemplo, do que mulheres brancas. Existe uma lenda, disseminada também entre os profissionais de saúde, de que mulheres negras aguentam mais a dor.
Os dados americanos podem nos dar uma ideia do que acontece com quem não faz parte da maioria detentora dos poderes em um país desenvolvido. A OMS diz que 75% dos suicídios ocorrem em países de média e baixa renda e que, pelo menos, 90% dos adolescentes que se matam têm algum tipo de problema psiquiátrico.
20% dos americanos negros adultos são mais propensos a enfrentar problemas de saúde mental do que o resto da população
40% dos indígenas norte-americanos de 15 a 24 anos cometem suicídio – é o maior índice entre todas as etnias
A cada 100 mil homens que morreram por conta de suicídio em 2014, 10,3 são hispânicos – o número não tem queda desde 1999.
Desde 1999 a tava de suicídio entre indígenas aumentou em 38%
62% dos homens negros com depressão tiveram um episódio grave da doença em 2012
2,5% das pessoas negras buscam tratamento, enquanto 40% dos brancos o fazem.
FONTE: http://ondda.com/noticias/2016/09/setembro-amarelo-saude-mental-de-minorias-e-ignorada

sexta-feira, 9 de setembro de 2016

Setembro amarelo

 


Alguns meses são simbólicos para a divulgação e o combate de certos problemas, como o mês de outubro, que, para falar sobre o combate ao câncer de mama, virou Outubro Rosa. Ou então o Novembro Azul, que serve para discutir o câncer de próstata. Com o mês de setembro não é diferente, ele pode ser conhecido por Setembro Amarelo e traz à luz um assunto muito importante: o suicídio.
O movimento do Setembro Amarelo é mundial e ocorre no Brasil desde 2014. Ele tem duração de 30 dias e foi escolhido para acontecer no nono mês do ano, pois o dia 10 de setembro é o Dia Mundial de Prevenção do Suicídio. Ele foi trazido ao Brasil pelo CVV (Centro de Valorização da Vida), CFM (Conselho Federal de Medicina) eABP (Associação Brasileira de Psiquiatria).
Em 2014, o movimento ficou concentrado em Brasília, mas ano passado já começou a crescer para outros estados brasileiros e ocupou todas as regiões do Brasil. Os destaques de 2015 foram a iluminação em amarelo de locais como Cristo Redentor no Rio de Janeiro, o Congresso Nacional e a ponte Juscelino Kubitschek em Brasília, o estádio Beira Rio em Porto Alegre, a Catedral e o Paço Municipal de Fortaleza, a Ponte Anita Garibaldi em Laguna e o Palácio Campo das Princesas em Recife.
O Setembro Amarelo é importante, pois o suicídio ainda é um assunto tabu em nossa sociedade, mesmo levando mais de 800 mil vidas por ano. As pessoas não falam sobre isso, mas não impede que seja uma prática comum.
Em 2014, um relatório da OMS (Organização Mundial da Saúde) apontou que o Brasil é o 8º país com a maior taxa de suicídios do mundo. O estudo ainda afirma que a cada 40 segundos, uma pessoa comete suicídio no mundo. E mais, para cada suicídio bem sucedido, há pelo menos 20 tentativas fracassadas. Porém, dos 194 países da OMS, apenas 60 coletam dados sobre o assunto e apenas 28 têm estratégias nacionais para a prevenção.
No ano passado, a OMS lançou outro dado preocupante: o suicídio já mata mais jovens no mundo do que o HIV. É a segunda maior causa de mortes na faixa etária de 15 aos 29 anos, perdendo apenas para acidentes de trânsito.
Precisamos falar mais sobre o suicídio e o Setembro Amarelo é um modo de ajudar a dar voz a esse assunto. De acordo com o site do movimento, “ a Organização Mundial da Saúde, 9 em cada 10 casos poderiam ser prevenidos. É necessário a pessoa buscar ajuda e atenção de quem está à sua volta”.
FONTE: http://www.revistaecologico.com.br/noticia.php?id=4276