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quarta-feira, 29 de março de 2017
quarta-feira, 8 de março de 2017
'Não saio de casa desde o ano passado': o drama dos que sofrem de transtorno de ansiedade.
"Tenho ataques de vertigem, e isso
gera agorafobia (desconforto em locais públicos ou em meio a multidões) e
minha ansiedade. Basicamente, eu fico em casa e minha mãe se encarrega
de fazer compras e me trazer comida".
John, em entrevista à BBC
(esse foi o nome por ele dado), explica os efeitos e consequências que o
Transtorno de Ansiedade Aguda provoca em sua vida. E eles não se
limitam a sintomas: ele enfrenta problemas para obter ajuda no
tratamento de sua condição, em especial dos órgãos estatais.
Ele
vive no País de Gales, e não sai de sua casa desde o final de 2016 por
causa da ansiedade. Está na fila de espera do sistema de saúde pública
britânica, o NHS, para ser avaliado por um especialista, pois suspeita
de o transtorno se aliou a outro problema psicológico.
Deficiência
Transtornos
mentais são notoriamente difíceis de diagnosticar e isso deixa suas
vítimas em uma espécie de limbo no que diz respeito à elegibilidade para
receber ajuda do governo.
"Sou
uma das pessoas excluídas. Tinha direita a um auxílio para
deficiências, mas isso me foi retirado (pelo governo) e tiver que entrar
na Justiça para tentar reaver o dinheiro", diz John.
Mas o problema afeta as vítimas do transtorno de ansiedade em todo o mundo.
Pânico paralisante
E isso vem da dificuldade em diagnosticar o mal e definir como ele pode debilitar uma pessoa.
"Todo mundo sofre de algum tipo de ansiedade", explica John.
E eles variam de uma simples preocupação, como sudorese nas mãos ao falar em público, às manifestações mais intensas.
A
Asociação Psiquiátrica dos EUA define o diagnóstico de trastorno de
ansiedade quando o nervosismo ou a preocupação têm as seguintes
características.
- 1) Uma reação desproporcional ou inapropriada em relação tanto à idade do indivíduo como à situação presente.
- 2) Um impedimento à capacidade de agir normalmente
Entre
efeitos conhecidos do transtorno estão palpitações, confusão mental,
problemas com a fala, tonturas, fadiga e até desmaios.
"Seu
cérebro começa a funcionar mal e você fica ansioso em situações
completamente inapropriadas. É algo completamente enfraquecedor", afirma
John.
Agravantes
Alguns
tipos de anisedade podem resultar em uma espécie pânico paralisante. Ou
levar a desordens como o transtorno obsessivo-compulsivo (TOC) e a
depressão. No caso de John, o problema é a vertigem.
"Se ouço muitas pessoas falando, tenho ataques de
vertigem. Sinto-me como se fosse desmaiar, e por isso não consigo sair
de casa", explica.
John depende dos cuidados de sua mãe, uma aposentada de 70 anos. E é imprevisível quando ele terá um ataque.
"Minha
condição oscilou nos últimos anos. O diagnóstico original foi em 2011,
mas tive uma recaída no ano passado. Nos últimos seis meses de 2016,
estive muito doente e enjoado. Minha mãe me tirava de casa por uma meia
hora, para darmos uma volta. Mas muitas vezes tive ataques de vertigem
intensos. Por isso, fui saindo cada vez menos".
Os benefícios que
recebia do Departamento de Trabalho e Pensões foram cancelados porque,
na avaliação das autoridades britânicas, John, não está severamente
incapacitado.
"Minha
mãe cuida de mim em tiempo integral, sem nenhum tipo de apoio. É um
insulto que o governo me diga que estou capacitado quando sequer consigo
sair de casa".
Determinação
A
BBC, porém, também conversou com outra vítima de transtorno de
ansiedade. E que trouxe uma história diferente: Stephen O'Reilly conta
que é possível controlar a condição através da determinação.
Ele conta ter se forçado a sair de casa e a buscar um emprego, ainda que com ajuda de remédios e meditação.
"Chorava e tinha ataques de pânico, mas não queria deixar que a doença se apoderasse de mim e definisse minha existência".
Apesar da ansiedade, ele propôs a si mesmo o desafio de viajar pela Austrália com sua mochila.
"A
cada lugar que parávamos, não conseguia olhar as pessoas na cara e
gaguejava. Mas viajei porque não queria mais viver minha vida daquela
maneira".
A experiência mudou sua realidade: O´Reilly atualmente
consegue trabalhar, ainda que os ataques vez ou outra ainda aconteçam.
Mas ele usa a meditação para conter seus efeitos.
"Digo a mim
mesmo quem sou e onde estou. Assim lido com isso. Porque prefiro
trabalhar e ter esses ataques aleatórios de pânico (a ficar em casa)".
O'Reilly recomenda que outras vítimas façam o mesmo e não esperem ajuda estatal.
FONTE: http://www.bbc.com/portuguese/geral-39167010
terça-feira, 14 de fevereiro de 2017
Estudo aponta relação entre depressão e mortalidade por câncer
Por: AFP
As pessoas que sofrem de depressão ou ansiedade podem ter mais
probabilidades de morrer de alguns tipos de câncer, segundo um estudo
publicado nesta quinta-feira.
A análise da ficha clínica de
mais de 160 mil adultos na Inglaterra e no País de Gales mostrou que os
que declararam que sofriam problemas psicológicos eram mais propensos a
morrer de câncer de cólon, próstata e pâncreas.
Os
pesquisadores ressaltaram que se trata de uma constatação estatística e
que isso não significa que exista um vínculo causa-efeito entre o
estado psíquico de uma pessoa e o câncer. Mas esses resultados se somam a
vários indícios que apontam a existência de interações entre a saúde
física e a saúde mental, afirmou o artigo publicado na revista
científica British Medical Journal (BMJ).
Várias pesquisas já
apontaram a existência de uma relação entre os sintomas da depressão e
os transtornos de ansiedade e a incidência de doenças cardiovasculares.
Mas, até agora, as tentativas de demonstrar um possível vínculo com o
câncer tiveram resultados pouco claros, explicaram os especialistas, um
grupo de cientistas do University College de Londres, da Universidade de
Edimburgo e de Sydney.
A equipe, dirigida por David Batty,
epidemiologista da University College de Londres, analisou 16 estudos
que realizavam um acompanhamento de uma determinada população no longo
prazo, uma dezena de anos. Do total de 163.363 pessoas acompanhadas, um
grupo composto por indivíduos de mais de 16 anos e que não tinham câncer
no início do estudo, 4.353 morreram por essa patologia durante as
observações.
Os pesquisadores centraram seu estudo nos casos de câncer que dependem dos hormônios ou que estão ligados ao estilo de vida.
Vários
estudos sugerem que, efetivamente, o desequilíbrio hormonal que gera a
depressão conduz a uma produção mais elevada de cortisol e inibe os
mecanismos naturais de reparação do DNA, o que enfraquece as defesas
diante do câncer.
Também há dados de que entre as pessoas
depressivas é mais comum o tabagismo, o consumo de álcool e a obesidade,
três fatores de risco para o câncer.
Segundo a análise realizada,
as pessoas que sofriam sintomas de depressão e ansiedade tinham uma
incidência 80% maior de morte de câncer de cólon, e eram duas vezes mais
propensas a morrer de um câncer de próstata, de pâncreas ou de esôfago.
Os
pesquisadores ajustaram estatisticamente os efeitos de distorção
atribuídos ao modo de vida, sexo, idade, peso e situação socioeconômica.
Os especialistas indicaram que também não é possível excluir uma
causalidade inversa, ou seja, que a depressão seja provocada pelos
sintomas de um câncer que ainda não foi diagnosticado.
— É preciso realizar outras pesquisas para entender mais sobre a relação do câncer e suas possíveis causas — disse Batty.
FONTE: http://zh.clicrbs.com.br/rs/vida-e-estilo/vida/noticia/2017/01/estudo-aponta-relacao-entre-depressao-e-mortalidade-por-cancer-9605184.htmldomingo, 18 de dezembro de 2016
Mania.
Mania - do grego mania (loucura) - é, para a Psiquiatria, o distúrbio mental caracterizado pela alteração de pensamento, com alteração comportamental dirigido, em geral, para uma determinada ideia fixa e com síndrome de quadro psicótico grave e agudo, característico, embora não exclusivo (mania secundária), do Transtorno ou Distúrbio Bipolar e se caracteriza por grande agitação, loquacidade, euforia, insônia, perda do senso crítico, grandiosidade, prodigalidade, exaltação da sexualidade e agressividade. (WIKIPEDIA)
Todas as subdivisões desta categoria se aplicam exclusivamente a um
episódio isolado. Um episódio hipomaníaco ou maníaco em indivíduo que
já tenha apresentado um ou mais episódios afetivos prévios
(depressivo, hipomaníaco, maníaco, ou misto) deve conduzir a um
diagnóstico de Transtorno Bipolar.
Hipomania
Transtorno caracterizado pela presença de uma elevação ligeira e
persistente do humor, da energia e da atividade associada em geral a um
sentimento intenso de bem-estar e de eficácia física e psíquica.
Existe frequentemente um aumento da sociabilidade, do desejo de
falar, da familiaridade e da energia sexual e uma redução da necessidade
de sono. Esses sintomas não são, entretanto tão graves de modo a
entravar o funcionamento profissional ou levar a uma rejeição social. A
euforia e a sociabilidade são por vezes substituídas por
irritabilidade, atitude pretensiosa ou comportamento grosseiro.
As perturbações do humor e do comportamento não são acompanhadas de alucinações ou de ideias delirantes.
Mania sem sintomas psicóticos
Presença de uma elevação do humor fora de proporção, podendo variar
de uma jovialidade descuidada a uma agitação praticamente
incontrolável.
Esta elação se acompanha de um aumento da energia, levando à
hiperatividade, um desejo de falar e uma redução da necessidade de sono.
A atenção não pode ser mantida, e existe frequentemente uma grande
distração.
O sujeito apresenta frequentemente um aumento da autoestima com
ideias de grandeza e superestimativa de suas capacidades. A perda das
inibições sociais pode levar a condutas imprudentes, inapropriadas ou
deslocadas.
Mania com sintomas psicóticos
Presença dos mesmos sintomas do quadro clínico descrito em Mania sem
sintomas psicóticos, porém com ideias delirantes (em geral de
grandeza), de alucinações (em geral do tipo de voz que fala
diretamente ao sujeito) ou de agitação; de atividade motora excessiva e
de fuga de ideias de uma gravidade tal que o sujeito se torna
incompreensível ou inacessível a toda comunicação normal.
FONTE: http://www.galenoalvarenga.com.br/transtornos-mentais/transtornos-emocionais-de-humor/manias
http://www.youtube.com/watch?v=lQmh7Bd33zM
Depressão e suicídio
No decorrer de uma depressão
podem surgir tendências suicidas e não são raros os doentes que cedem a
esse impulso. Por isso, qualquer sinal de ideias suicidas é como um
pedido de socorro, e que como tal precisa de ser entendido.
Os
estados de depressão grave são, muitas vezes acompanhados por alterações
do sono, perda de apetite, perda de peso, desinteresse pelas questões
sociais, apatia, sentimentos de desespero, de desamparo, de estar
exausto, quer física quer psiquicamente. Neste sentido, os sintomas ou
perturbações depressivas poderão ser indicadores significativos de
comportamento suicida.
Expressões como: “A minha vida já não tem
sentido. Seria preferível eu desaparecer”, pode ser indicador de
“ALERTA”. Nos estados de depressão grave, é frequente os doentes
chegarem a um ponto tal que acham que nunca mais conseguirão recuperar.
Vivem o presente sem um mínimo de esperança, e as perspetivas de futuro
encontram-se dominadas por sentimentos negativos.
As intenções de suicídio
devem ser sempre levadas a sério pelos amigos e familiares. Amigos e
familiares, muitas vezes ficam sem saber se hão-de falar abertamente
sobre o assunto, ou se é preferível não o abordarem. A sugestão é que
conversem sobre o problema! Para quem está deprimido pode ser um alívio
conseguir desabafar com alguém.
Quando as pessoas do círculo do
doente começam a sentir a impressão de que o contacto com este lhe
escapa cada vez mais, deverão levá-lo a um profissional de saúde mental
(psicólogo ou psiquiatra) tão cedo quanto possível. E nunca é demais
recordar que funcionam noite e dia serviços de urgência em hospitais a
que poderão recorrer, caso entrem em crises agudas de desespero.
Se
se sente deprimido, não tente enfrentar sozinho a situação.
Naturalmente que há depressões que se curam espontaneamente. Mas também é
provável que surjam de novo após um período de tempo muito
imprevisível. Por isso, a atitude mais prudente é a de procurar quanto
antes ajuda especializada.
FONTE: http://oficinadepsicologia.com/risco-de-suicidio-na-depressao
sábado, 17 de dezembro de 2016
A Síndrome de Diógenes
A
Síndrome de Diógenes (SD) é uma alteração comportamental que geralmente
ocorre entre pessoas idosas, caracterizada pelo isolamento social, pela
autonegligência (descuido com o autocuidado, com a higiene pessoal e do
lar), pelo comportamento paranóico e pelo colecionismo.
Em 1975 esta Síndrome foi descrita e nomeada, uma certa injustiça ao filósofo grego Diógenes de Sínope, também chamado Diógenes "o Cínico" (kynikos, kynon = cachorro). Diógenes
acreditava que a virtude não deveria ser uma teoria mas uma ação
prática, resultado da própria vivência, assim optou por viver na
miséria, habitando um grande barril como lar e carregando à luz do dia
uma lanterna acesa em busca de um homem honesto; acreditava que faria
bem ao ser humano aprender com o cão:"afinal
o cão é capaz de realizar suas funções corporais naturais em público
sem constrangimento, um cachorro comerá qualquer coisa, e não fará
estardalhaço sobre que lugar dormir. Cachorros vivem o presente sem
ansiedade, e não possuem as pretensões da filosofia abstrata. Somando-se
ainda a estas virtudes, cachorros aprendem instintivamente quem é amigo
e quem é inimigo. Diferente dos humanos que enganam e são enganados uns
pelos outros, cães reagem com honestidade frente à verdade."
Paradoxalmente,
o Cinismo anárquico de Diógenes nada tem em comum com o emprego atual
da palavra, assim como a vida despojada de bens de Diógenes nada se
assemelha à Síndrome que leva seu nome.
Na
Síndrome de Diógenes o colecionismo é a tônica, em detrimento do
autocuidado. É possível observar desde casos de pessoas que colecionam
todo tipo de objetos: recolhendo lixo e todo tipo de objetos inúteis (syllogomania), até animais: já presenciamos um caso de uma senhora que chegou mesmo a recolher, para desespero dos vizinhos, um jumento!
EPIDEMIOLOGIA
Apesar de ser predominantemente descrita na terceira idade, pode ocorrer entre adultos jovens também.
A
incidência anual é de 5/10.000 entre aqueles acima de 60 anos que
residem sozinhos ou com familiares, e pelo menos a metade é portadora de
demência ou algum outro transtorno psiquiátrico.
A
síndrome acomete indivíduos pertencentes a todas as classes sociais e
parece ser igualmente prevalente entre homens e mulheres.
Os
pacientes com maior risco de apresentarem a síndrome são idosos
independentes e dominadores, que moram sozinhos, com pouca ou nenhuma
interação com a comuni- dade.
Geralmente são pessoas com inteligência normal ou acima da média.
Classicamente
as principais doenças encontradas nos portadores de SD foram demência
(44%), abuso de etílicos, transtornos afetivos e parafrenia. Entretanto,
descrições mais recentes relatam a ocorrência de SD em associação com
transtorno obsessivo-compulsivo (TOC), transtornos de personalidade
(especialmente o transtorno de personalidade obsessivo- compulsiva),
esquizofrenia, demência, e até mesmo acidente vascular cerebral.
CAUSAS
Há algumas hipóteses:
- A SD condição representaria o “estágio final” de um transtorno de personalidade.
- Seria uma manifestação de demência do lobo frontal.
- Seria o estágio final do subtipo hoarding do TOC
PSICOPATOLOGIA
Os
portadores da SD são pessoas solitárias e paranóides com pouca ou sem
nenhuma crítica sobre seu comportamento. Não basta ser solitário e estar
deprimido para ter SD, as pessoas com esta síndrome têm uma agravante: a
desconfiança do mundo à sua volta propiciaram seu isolamento ao longo
do tempo.
Geralmente
a doença, principalmente o sintoma de acumulação de objetos
(colecionismo) é agravado após uma situação de perda de contato com o
mundo: morte de algum ente, demissão, aposentadoria, situações
frustrantes para o indivíduo que o levam a sentir que devem devolver a
rejeição que o mundo lhe impõe.
DIAGNÓSTICO DIFERENCIAL
A
Síndrome de Diógenes faz diagnóstico diferencial com várias outras
doenças: transtorno obsessivo compulsivo, transtorno de personalidade
obsessivo-compulsiva, esquizofrenia, demência, anorexia nervosa,
autismo, síndrome de Prader-Willi e lesão do córtex orbitofrontal
esquerdo ou bilateral.
Cabe
ao psiquiatra discernir se a paciente apresenta alguma comorbidade
psiquiátrica juntamente com a SD ou se uma das doenças acima sozinha
justifica o colecionismo e a autonegligência.
EXAMES COMPLEMENTARES
São necessários além da avaliação psiquiátrica usual (exame psíquico) que o psiquiatra realize:
- avaliação cognitiva;
- exame neurológico;
- exames complementares de rotina (ECG/Teste ergométrico, hemograma, glicemia de jejum, eletrólitos, TSH/T4 Livre, TGO/TGP, gama-GT, uréia/creatinina... )
- ressonância magnética do encéfalo
TRATAMENTO
O
tratamento é um desafio: se há familiares ou suporte social de amigos
torna-se mais promissor, vez que nestes casos pode-se mostrar com
exemplos ao portador da Síndrome que o mundo não o renega.
Mas
além de suporte há outros complicadores, como a personalidade
pré-morbida do paciente, principalmente no que se refere a idéias
paranóides.
Assim,
muitas vezes os casos para receberem uma intervenção médica necessitam
primeiramente de uma intervenção judicial: com o Poder Jurídico
obrigando a pessoa a tratar-se para que possa manter sua casa em
condições sanitárias de modo a não impossibilitar a habitação naquela
rua ou naquela região do bairro, ou para resguardar a saúde de animais
de estimação.
Há
casos em que além da saúde mental comprometida a autonegligência
propiciou o surgimento de Desnurição e de doenças infecto-parasitárias,
as quais devem ser urgentemente abordadas. Ainda durante o tratamento
destas doenças há o risco da pessoa sucumbir a pneumonias e outras
infecções comuns entre idosos acamados.
O
tratamento psiquiátrico deve contemplar intervenções psicoterápicas e
uso de psicofármacos, conforme os sintomas predominantes.
Não há uma estratégia psicoterápica única indicada.
BIBLIOGRAFIA
- STUMPF, Bárbara Perdigão and ROCHA, Fábio Lopes. Síndrome de Diógenes. J. bras. psiquiatr. [online]. 2010, vol.59, n.2 [cited 2011-03-11], pp. 156-159 . Available from: . ISSN 0047-2085
- El Síndrome de Díógenes.
- Dógenes de Sínope.
- CAIXETA, Leonardo. Diógenes, população de rua, luta antimanicomial e cinismo. Rev. Bras. Psiquiatr. [online]. 2007, vol.29, n.1 [citado 2011-03-11], pp. 91-91 . Disponível em: . ISSN 1516-4446.
- Ramirez, Nuria Cerezo and Gois, José António Palma. O Síndrome de Diógenes. Psilogos. Vol.3, n.32. Disponível em:
FONTE:http://dicionariodesindromes.blogspot.com.br/2011/02/sindrome-de-diogenes.html
quinta-feira, 15 de dezembro de 2016
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