Translate

terça-feira, 14 de fevereiro de 2017

Estudo aponta relação entre depressão e mortalidade por câncer

Por: AFP

As pessoas que sofrem de depressão ou ansiedade podem ter mais probabilidades de morrer de alguns tipos de câncer, segundo um estudo publicado nesta quinta-feira.
A análise da ficha clínica de mais de 160 mil adultos na Inglaterra e no País de Gales mostrou que os que declararam que sofriam problemas psicológicos eram mais propensos a morrer de câncer de cólon, próstata e pâncreas.
Os pesquisadores ressaltaram que se trata de uma constatação estatística e que isso não significa que exista um vínculo causa-efeito entre o estado psíquico de uma pessoa e o câncer. Mas esses resultados se somam a vários indícios que apontam a existência de interações entre a saúde física e a saúde mental, afirmou o artigo publicado na revista científica British Medical Journal (BMJ).
Várias pesquisas já apontaram a existência de uma relação entre os sintomas da depressão e os transtornos de ansiedade e a incidência de doenças cardiovasculares. Mas, até agora, as tentativas de demonstrar um possível vínculo com o câncer tiveram resultados pouco claros, explicaram os especialistas, um grupo de cientistas do University College de Londres, da Universidade de Edimburgo e de Sydney.
A equipe, dirigida por David Batty, epidemiologista da University College de Londres, analisou 16 estudos que realizavam um acompanhamento de uma determinada população no longo prazo, uma dezena de anos. Do total de 163.363 pessoas acompanhadas, um grupo composto por indivíduos de mais de 16 anos e que não tinham câncer no início do estudo, 4.353 morreram por essa patologia durante as observações.
Os pesquisadores centraram seu estudo nos casos de câncer que dependem dos hormônios ou que estão ligados ao estilo de vida.
Vários estudos sugerem que, efetivamente, o desequilíbrio hormonal que gera a depressão conduz a uma produção mais elevada de cortisol e inibe os mecanismos naturais de reparação do DNA, o que enfraquece as defesas diante do câncer.
Também há dados de que entre as pessoas depressivas é mais comum o tabagismo, o consumo de álcool e a obesidade, três fatores de risco para o câncer.
Segundo a análise realizada, as pessoas que sofriam sintomas de depressão e ansiedade tinham uma incidência 80% maior de morte de câncer de cólon, e eram duas vezes mais propensas a morrer de um câncer de próstata, de pâncreas ou de esôfago.
Os pesquisadores ajustaram estatisticamente os efeitos de distorção atribuídos ao modo de vida, sexo, idade, peso e situação socioeconômica.
Os especialistas indicaram que também não é possível excluir uma causalidade inversa, ou seja, que a depressão seja provocada pelos sintomas de um câncer que ainda não foi diagnosticado.
— É preciso realizar outras pesquisas para entender mais sobre a relação do câncer e suas possíveis causas — disse Batty.
FONTE:  http://zh.clicrbs.com.br/rs/vida-e-estilo/vida/noticia/2017/01/estudo-aponta-relacao-entre-depressao-e-mortalidade-por-cancer-9605184.html

 

domingo, 18 de dezembro de 2016

Mania.

Mania - do grego mania (loucura) - é, para a Psiquiatria, o distúrbio mental caracterizado pela alteração de pensamento, com alteração comportamental dirigido, em geral, para uma determinada ideia fixa e com síndrome de quadro psicótico grave e agudo, característico, embora não exclusivo (mania secundária), do Transtorno ou Distúrbio Bipolar e se caracteriza por grande agitação, loquacidade, euforia, insônia, perda do senso crítico, grandiosidade, prodigalidade, exaltação da sexualidade e agressividade. (WIKIPEDIA)
Todas as subdivisões desta categoria se aplicam exclusivamente a um episódio isolado. Um episódio hipomaníaco ou maníaco em indivíduo que já tenha apresentado um ou mais episódios afetivos prévios (depressivo, hipomaníaco, maníaco, ou misto) deve conduzir a um diagnóstico de Transtorno Bipolar.

Hipomania

Transtorno caracterizado pela presença de uma elevação ligeira e persistente do humor, da energia e da atividade associada em geral a um sentimento intenso de bem-estar e de eficácia física e psíquica.
Existe frequentemente um aumento da sociabilidade, do desejo de falar, da familiaridade e da energia sexual e uma redução da necessidade de sono. Esses sintomas não são, entretanto tão graves de modo a entravar o funcionamento profissional ou levar a uma rejeição social. A euforia e a sociabilidade são por vezes substituídas por irritabilidade, atitude pretensiosa ou comportamento grosseiro.
As perturbações do humor e do comportamento não são acompanhadas de alucinações ou de ideias delirantes.

Mania sem sintomas psicóticos

Presença de uma elevação do humor fora de proporção, podendo variar de uma jovialidade descuidada a uma agitação praticamente incontrolável.
Esta elação se acompanha de um aumento da energia, levando à hiperatividade, um desejo de falar e uma redução da necessidade de sono. A atenção não pode ser mantida, e existe frequentemente uma grande distração.
O sujeito apresenta frequentemente um aumento da autoestima com ideias de grandeza e superestimativa de suas capacidades. A perda das inibições sociais pode levar a condutas imprudentes, inapropriadas ou deslocadas.

Mania com sintomas psicóticos

Presença dos mesmos sintomas do quadro clínico descrito em Mania sem sintomas psicóticos, porém com ideias delirantes (em geral de grandeza), de alucinações (em geral do tipo de voz que fala diretamente ao sujeito) ou de agitação; de atividade motora excessiva e de fuga de ideias de uma gravidade tal que o sujeito se torna incompreensível ou inacessível a toda comunicação normal.
FONTE: http://www.galenoalvarenga.com.br/transtornos-mentais/transtornos-emocionais-de-humor/manias
http://www.youtube.com/watch?v=lQmh7Bd33zM

Depressão e suicídio



No decorrer de uma podem surgir tendências suicidas e não são raros os doentes que cedem a esse impulso. Por isso, qualquer sinal de ideias suicidas é como um pedido de socorro, e que como tal precisa de ser entendido.
Os estados de depressão grave são, muitas vezes acompanhados por alterações do sono, perda de apetite, perda de peso, desinteresse pelas questões sociais, apatia, sentimentos de desespero, de desamparo, de estar exausto, quer física quer psiquicamente. Neste sentido, os sintomas ou perturbações depressivas poderão ser indicadores significativos de comportamento suicida.
Expressões como: “A minha vida já não tem sentido. Seria preferível eu desaparecer”, pode ser indicador de “ALERTA”. Nos estados de depressão grave, é frequente os doentes chegarem a um ponto tal que acham que nunca mais conseguirão recuperar. Vivem o presente sem um mínimo de esperança, e as perspetivas de futuro encontram-se dominadas por sentimentos negativos.
As intenções de devem ser sempre levadas a sério pelos amigos e familiares. Amigos e familiares, muitas vezes ficam sem saber se hão-de falar abertamente sobre o assunto, ou se é preferível não o abordarem. A sugestão é que conversem sobre o problema! Para quem está deprimido pode ser um alívio conseguir desabafar com alguém.
Quando as pessoas do círculo do doente começam a sentir a impressão de que o contacto com este lhe escapa cada vez mais, deverão levá-lo a um profissional de saúde mental (psicólogo ou psiquiatra) tão cedo quanto possível. E nunca é demais recordar que funcionam noite e dia serviços de urgência em hospitais a que poderão recorrer, caso entrem em crises agudas de desespero.
Se se sente deprimido, não tente enfrentar sozinho a situação. Naturalmente que há depressões que se curam espontaneamente. Mas também é provável que surjam de novo após um período de tempo muito imprevisível. Por isso, a atitude mais prudente é a de procurar quanto antes ajuda especializada.
FONTE: http://oficinadepsicologia.com/risco-de-suicidio-na-depressao

sábado, 17 de dezembro de 2016

A Síndrome de Diógenes

A Síndrome de Diógenes (SD) é uma alteração comportamental que geralmente ocorre entre pessoas idosas, caracterizada pelo isolamento social, pela autonegligência (descuido com o autocuidado, com a higiene pessoal e do lar), pelo comportamento paranóico e pelo colecionismo.

Em 1975 esta Síndrome foi descrita e nomeada, uma certa injustiça ao filósofo grego Diógenes de Sínope, também chamado Diógenes "o Cínico" (kynikos, kynon = cachorro). Diógenes acreditava que a virtude não deveria ser uma teoria mas uma ação prática, resultado da própria vivência, assim optou por viver na miséria, habitando um grande barril como lar e carregando à luz do dia uma lanterna acesa em busca de um homem honesto; acreditava que faria bem ao ser humano aprender com o cão:"afinal o cão é capaz de realizar suas funções corporais naturais em público sem constrangimento, um cachorro comerá qualquer coisa, e não fará estardalhaço sobre que lugar dormir. Cachorros vivem o presente sem ansiedade, e não possuem as pretensões da filosofia abstrata. Somando-se ainda a estas virtudes, cachorros aprendem instintivamente quem é amigo e quem é inimigo. Diferente dos humanos que enganam e são enganados uns pelos outros, cães reagem com honestidade frente à verdade."
Paradoxalmente, o Cinismo anárquico de Diógenes nada tem em comum com o emprego atual da palavra, assim como a vida despojada de bens de Diógenes nada se assemelha à Síndrome que leva seu nome.
Na Síndrome de Diógenes o colecionismo é a tônica, em detrimento do autocuidado. É possível observar desde casos de pessoas que colecionam todo  tipo de objetos: recolhendo lixo e todo tipo de objetos inúteis (syllogomania), até animais: já presenciamos um caso de uma senhora que chegou mesmo a recolher, para desespero dos vizinhos, um jumento!

EPIDEMIOLOGIA

Apesar de ser predominantemente descrita na terceira idade, pode ocorrer entre adultos jovens também.
A incidência anual é de 5/10.000 entre aqueles acima de 60 anos que residem sozinhos ou com familiares, e pelo menos a metade é portadora de demência ou algum outro transtorno psiquiátrico. 
A síndrome acomete indivíduos pertencentes a todas as classes sociais e parece ser igualmente prevalente entre homens e mulheres.
Os pacientes com maior risco de apresentarem a síndrome são idosos independentes e dominadores, que moram sozinhos, com pouca ou nenhuma interação com a comuni- dade.
Geralmente são pessoas com inteligência normal ou acima da média.
Classicamente as principais doenças encontradas nos portadores de SD foram demência (44%), abuso de etílicos, transtornos afetivos e parafrenia. Entretanto, descrições mais recentes relatam a ocorrência de SD em associação com transtorno obsessivo-compulsivo (TOC), transtornos de personalidade (especialmente o transtorno de personalidade obsessivo- compulsiva), esquizofrenia, demência, e até mesmo acidente vascular cerebral.

CAUSAS
Há algumas hipóteses:
  1. A SD condição representaria o “estágio final” de um transtorno de personalidade.
  2. Seria uma manifestação de demência do lobo frontal.
  3. Seria o estágio final do subtipo hoarding do TOC

PSICOPATOLOGIA
Os portadores da SD são pessoas solitárias e paranóides com pouca ou sem nenhuma crítica sobre seu comportamento. Não basta ser solitário e estar deprimido para ter SD, as pessoas com esta síndrome têm uma agravante: a desconfiança do mundo à sua volta  propiciaram seu isolamento ao longo do tempo. 
Geralmente a doença, principalmente o sintoma de acumulação de objetos (colecionismo) é agravado após uma situação de perda de contato com o mundo: morte de algum ente, demissão, aposentadoria, situações frustrantes para o indivíduo que o levam a sentir que devem devolver a rejeição que o mundo lhe impõe.

DIAGNÓSTICO DIFERENCIAL
A Síndrome de Diógenes faz diagnóstico diferencial com várias outras doenças: transtorno  obsessivo compulsivo, transtorno de personalidade obsessivo-compulsiva, esquizofrenia, demência, anorexia nervosa, autismo, síndrome de Prader-Willi e lesão do córtex orbitofrontal esquerdo ou bilateral. 
Cabe ao psiquiatra discernir se a paciente apresenta alguma comorbidade psiquiátrica juntamente com a SD ou se uma das doenças acima sozinha justifica o colecionismo e a autonegligência.

EXAMES COMPLEMENTARES
São necessários além da avaliação psiquiátrica usual (exame psíquico) que o psiquiatra realize:
  • avaliação cognitiva;
  • exame neurológico;
  • exames complementares de rotina (ECG/Teste ergométrico, hemograma, glicemia de jejum, eletrólitos, TSH/T4 Livre, TGO/TGP, gama-GT, uréia/creatinina... )
  • ressonância magnética do encéfalo

TRATAMENTO
O tratamento é um desafio: se há familiares ou suporte social de amigos torna-se mais promissor, vez que nestes casos pode-se mostrar com exemplos ao portador da Síndrome que o mundo não o renega.
Mas além de suporte há outros complicadores, como a personalidade pré-morbida do paciente, principalmente no que se refere a idéias paranóides.
Assim, muitas vezes os casos para receberem uma intervenção médica necessitam primeiramente de uma intervenção judicial: com o Poder Jurídico obrigando a pessoa a tratar-se para que possa manter sua casa em condições sanitárias de modo a não impossibilitar a habitação naquela rua ou naquela região do bairro, ou para resguardar a saúde de animais de estimação.
Há casos em que além da saúde mental comprometida a autonegligência propiciou o surgimento de Desnurição e de doenças infecto-parasitárias, as quais devem ser urgentemente abordadas. Ainda durante o tratamento destas doenças há o risco da pessoa sucumbir a pneumonias e outras infecções comuns entre idosos acamados.
O tratamento psiquiátrico deve contemplar intervenções psicoterápicas e uso de psicofármacos, conforme os sintomas predominantes.
Não há uma estratégia psicoterápica única indicada.

BIBLIOGRAFIA
  1. STUMPF, Bárbara Perdigão  and  ROCHA, Fábio Lopes. Síndrome de Diógenes. J. bras. psiquiatr. [online]. 2010, vol.59, n.2 [cited  2011-03-11], pp. 156-159 . Available from: . ISSN 0047-2085
  2. El Síndrome de Díógenes.
  3. Dógenes de Sínope.
  4. CAIXETA, Leonardo. Diógenes, população de rua, luta antimanicomial e cinismo. Rev. Bras. Psiquiatr. [online]. 2007, vol.29, n.1 [citado  2011-03-11], pp. 91-91 . Disponível em: . ISSN 1516-4446.
  5. Ramirez, Nuria Cerezo and Gois, José António Palma. O Síndrome de Diógenes. Psilogos. Vol.3, n.32. Disponível em:
FONTE:http://dicionariodesindromes.blogspot.com.br/2011/02/sindrome-de-diogenes.html



domingo, 23 de outubro de 2016

05 anos de egolegal

 Nesses 05 anos de egolegal comemorados em outubro, gostaria de agradecer imensamente à todos que contribuíram e continuam contribuindo com o sucesso do blog. Meu objetivo maior é lançar luz sobre esse assunto que ainda é carregado de dúvidas: a saúde mental. 
Gostaria de pedir um favor para todos que seguem o blog, por favor, me deem um retorno, sobre suas dúvidas e/ou sugestões. Gostaria muito de saber a opinião de todos. Meu e-mail é marceloluiz_pereira@yahoo.com.br. Muito obrigado. 

In these 05 years of egolegal celebrated in October, I would like to thank immensely to all who have contributed and continue to contribute to the success of the blog. My biggest goal is to shed light on this subject which is still full of doubts: mental health.
I would like to ask a favor to all who follow the blog, please give me a return on your questions and / or suggestions. I would love to hear from everyone. My email is marceloluiz_pereira@yahoo.com.br. Thank you very much.

En estos 05 años de egolegal celebrado en octubre, me gustaría agradecer enormemente a todos los que han contribuido y siguen contribuyendo al éxito del blog. Mi mayor objetivo es arrojar luz sobre este tema que todavía está llena de dudas: la salud mental.
Me gustaría pedir un favor a todos los que siguen el blog, por favor, dame un retorno de sus preguntas y / o sugerencias. Me encantaría escuchar a todos. Mi correo electrónico es marceloluiz_pereira@yahoo.com.br. Muchas gracias.
 

In diesen 05 Jahre von egolegal im Oktober gefeiert wird, würde Ich mag immens zu allen danken, die dazu beigetragen haben und weiterhin für den Erfolg des Blogs beitragen. Mein größtes Ziel ist es Licht zu diesem Thema zu vergießen, die noch voller Zweifel ist: psychische Gesundheit.
Ich möchte einen Gefallen alle fragen, die den Blog folgen, mir bitte eine Rückkehr auf Ihre Fragen und / oder Anregungen geben. Ich würde gerne von jedermann zu hören. Meine E-Mail ist marceloluiz_pereira@yahoo.com.br. Danke.
 

Unicamp cria exame de sangue para identificar doenças mentais Material analisado permite identificação de esquizofrenia e transtorno bipolar.

O Instituto de Química (IQ) da Unicamp, em Campinas (SP), desenvolveu um exame de sangue que pode detectar dois tipos de doenças mentais: a esquizofrenia e o transtorno bipolar. Para isso, os pesquisadores analisaram o soro do sangue de pessoas que possuem um dos tipos de doença e o de pessoas que não apresentam os problemas.
(...) há muitos que passaram vários anos com diagnósticos falhos, portanto, com tratamento falho"
Geraldo José Balone, psiquiatra
O diagnóstico de doenças mentais é feito através da investigação do médico. Segundo o psiquiatra Geraldo José Balone, o problema está em identificá-las, já que os sintomas se assemelham. No entanto, os tratamentos se diferem.
"O transtorno bipolar grave tem sintomas muito parecidos com a esquizofrenia, mas o tratamento é completamente diferente. A gente se baseia no que o paciente sente ou no que os outros percebem nele. O que a gente observa é que há muitos que passaram vários anos com diagnósticos falhos, portanto, com tratamento falho também (...) a confiabilidade é muito maior, inclusive para fins até documentais", explica.
 
Procedimento
O trabalho foi realizado por meio de equipamentos de ressonância magnética, que identificam alterações nas moléculas de pacientes com essas doenças, em comparação aos pacientes saudáveis.
"Nós chamamos essas moléculas de biomarcadores. Eles são presentes em um grupo investigado e ausentes no outro, ou estão presentes em concentrações diferentes (...) Nós gostaríamos que isso fosse usado no dia a dia para a prática clínica, na psiquiatria", afirma a pesquisadora da Unicamp Ljubica Tasic.
 
 Vários médicos e diagnósticos
Durante um ano e meio, o empresário Marcos Meloto conta que enfrentou dificuldades para descobrir a doença de sua mãe. Foram vários médicos e diagnósticos diferentes, como mal de Alzheimer, compulsividade, depressão e transtorno bipolar.
"Você vai ao médico e ele te dá um monte de diagnósticos, vários remédios diferentes, mas nada resolve, nada dá certo, a pessoa só piora. Ela chegou até a ter intoxicação por excesso de remédios", relata.
FONTE:  http://g1.globo.com/sp/campinas-regiao/noticia/2016/09/unicamp-cria-exame-de-sangue-para-identificar-doencas-mentais.html