Translate

sexta-feira, 13 de setembro de 2013

Crianças com autismo têm melhor desempenho em teste de matemática



Por em 12.09.2013 as 15:00


De acordo com um novo estudo, crianças com autismo e QI médio se saíram consistentemente melhor em testes de matemática do que crianças não autistas na mesma faixa de QI.

A superioridade em habilidades matemáticas entre as crianças com autismo foi relacionada a padrões de ativação em uma determinada área do cérebro, normalmente associada com o reconhecimento de rostos e objetos visuais.

“Parece haver um padrão único de organização do cérebro que fundamenta a habilidade superior de crianças com autismo na resolução de problemas matemáticos”, explica o autor principal do estudo, Vinod Menon, professor de psiquiatria e ciências comportamentais na Universidade de Stanford, Estados Unidos.

O estudo incluiu 18 crianças com autismo, com idades entre 7 a 12 anos, e um grupo-controle de 18 crianças sem autismo. Todos os participantes demonstraram habilidades verbais e de leitura normais em testes padronizados, mas as crianças com autismo superaram seus pares sem autismo em testes-padrões de matemática.

Os pesquisadores também monitoraram a atividade cerebral das crianças, usando ressonância magnética, enquanto elas trabalhavam nos problemas de matemática. Os exames cerebrais nas crianças com autismo revelaram um padrão incomum de atividade em uma área do cérebro especializada no processamento de rostos e outros objetos visuais.

“As pesquisas anteriores se centravam quase exclusivamente nos pontos negativos das crianças com autismo”, diz Menon, membro do Instituto de Pesquisa de Saúde Infantil no Hospital Infantil Lucile Packard. “Nosso estudo apoia a ideia de que o desenvolvimento do cérebro em uma pessoa com autismo pode ocasionar não apenas déficits, mas também levar à melhoria de algumas capacidades cognitivas notáveis. Acreditamos que esta notícia pode ser reconfortante para os pais”.

Menon conta que as crianças com autismo, por vezes, exibem talentos ou habilidades excepcionais. Por exemplo, algumas conseguem dizer instantaneamente o dia da semana de qualquer data do calendário dentro de um determinado intervalo de anos, enquanto outras possuem habilidades matemáticas impressionantes.

“Saber as datas do calendário, provavelmente, não vai ajudá-lo a ter sucesso acadêmico ou profissional”, comenta Menon. “Mas ser capaz de resolver problemas numéricos e desenvolver boas habilidades matemáticas pode fazer uma grande diferença na vida de uma criança com autismo”.

Cerca de uma em cada 88 crianças tem alguma forma de autismo, de acordo com os Centros dos EUA de Controle e Prevenção de Doenças. O Brasil ainda não possui uma pesquisa centralizada para identificar a taxa de incidência do autismo na população. Segundo dados da ONU, existem aproximadamente 70 milhões de autistas em todo o mundo. [Medical Xpress]
FONTE: http://hypescience.com/criancas-com-autismo-tem-melhor-desempenho-em-teste-de-matematica/?utm_source=feedburner&utm_medium=email&utm_campaign=Feed%3A+feedburner%2Fxgpv+%28HypeScience%29

quinta-feira, 12 de setembro de 2013

Doenças mentais são mais comuns em pessoas com trabalhos ligados à arte e criatividade

18 de outubro de 2012
A discussão é antiga: será que em pessoas criativas e com dons artísticos há maior incidência de doenças mentais como bipolaridade, depressão e abuso de drogas? Logo de cara já dá para pensar em vários exemplos: Amy Winehouse, Sylvia Plath (foto), Kurt Cobain …
Pois pesquisadores do Karolinska Institutet, na Suécia, analisaram o histórico de quase 1,2 milhão de pacientes e seus familiares e confirmaram essa hipótese.  No ano passado, a equipe já havia mostrado que há uma porcentagem maior de artistas e cientistas em famílias onde o transtorno bipolar e a esquizofrenia estão presentes do que na população em geral.
Agora, eles expandiram o estudo para abranger outros diagnósticos psiquiátricos, como depressão, ansiedade, abuso de álcool, uso de drogas, autismo, TDAH, anorexia nervosa e suicídio, e incluíram pessoas em atendimento ambulatorial em vez de pacientes exclusivamente hospitalares.
Os resultados confirmaram os do estudo anterior: o transtorno bipolar novamente se mostrou mais comum entre pessoas com profissões artísticas ou científicas, como bailarinos, pesquisadores, fotógrafos e escritores, do que na população geral. Mas, tirando o transtorno bipolar, os indivíduos com profissões criativas não mostraram maior propensão a sofrer de transtornos psiquiátricos em relação aos outros.
“No entanto, ser um escritor está especificamente associado com maior probabilidade de se ter esquizofrenia, transtorno bipolar, depressão, transtornos de ansiedade e abuso de drogas”, diz o estudo. E tem mais: eles foram quase 50% mais propensos a cometer suicídio do que as outras pessoas. Estão aí Sylvia Plath, Virginia Woolf e Ernest Hemingway como exemplo.
Será que são as doenças que levam a pessoa para essas profissões ou o contrário?  Em todo caso, de acordo com Simon Kyaga, um dos autores do estudo, tal associação entre a criatividade e a doença mental dá motivos para se reconsiderar a forma como ela é tratada. “Na psiquiatria e medicina em geral, tem havido uma tradição de se ver o problema como algo em preto-e-branco e há o esforço para tratar o paciente removendo tudo o que for considerado mórbido”, diz ele no Medical Xpress. “Mas, se alguém acredita que certos fenômenos associados a ele são benéficos para o paciente, isso abre o caminho para uma nova abordagem no tratamento. Nesse caso, médico e paciente devem chegar a um acordo sobre o que deve ser tratado, e a que custo”, completa.
FONTE: http://super.abril.com.br/blogs/como-pessoas-funcionam/doencas-mentais-sao-mais-comuns-em-pessoas-com-trabalhos-ligados-a-arte-e-criatividade/?utm_source=+redesabril_jovem&utm_medium=facebook&utm_campaign=+redesabril_super

domingo, 8 de setembro de 2013

Bipolaridade: entenda possível causa da separação de Catherine Zeta Jones

 

O drama de Catherine, de 43 anos, é o mesmo de milhares de outras pessoas em todo o mundo que, invariavelmente, desconhecem a causa da esmagadora oscilação de humor que caracteriza a doença. "Se minha revelação sobre meu transtorno bipolar encorajar uma pessoa a procurar ajuda, então isso já valeu a pena", explicou a estrela, e completou: "Não há necessidade de se sofrer silenciosamente e não é uma vergonha procurar ajuda."

Um mapeamento mundial sobre o transtorno, publicado em março de 2011 na revista Archives of General Psychiatry, mostrou que mais da metade dos doentes - 57% - não recebe tratamento. As informações são do site da Associação Brasileira de Psiquiatria e o estudo aponta que 2,4% das pessoas sofre com este problema em todo o mundo.

A pesquisa mostrou ainda que, entre os brasileiros bipolares, apenas 42,7% procuraram a ajuda de um especialista para entender e tratar o distúrbio. A análise foi feita com mais de 60 mil pessoas em 11 países, incluindo Brasil, EUA e China.

A publicação indica que o transtorno bipolar pode ser mais incapacitante do que o mal de Alzheimer e até mesmo de alguns tipos de câncer, uma vez que, em comparação aos outros doentes, os bipolares podem sofrer anos com os prejuízos da doença sem ao menos conhecê-la.

Simples mau humor x doença: como diferenciar?
Entre os sintomas mais evidentes do transtorno bipolar estão oscilações de humor, depressão, agressividade, irritabilidade ou o contrário - euforia, empolgação e impulsividade excessivas. Mas se este tipo de sentimento acontece com todo mundo, como diferenciar os sintomas entre acontecimentos corriqueiros de uma doença mais grave?


De acordo com a especialista Doris Hupfeld Moreno, psiquiatra assistente e pesquisadora do Programa Doenças Afetivas do Instituto de Psiquiatria da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (Ipq-HCFMUSP), "quem não tem sintomas grave, sente que a vida flui". Em outras palavras isso significa que, para uma pessoa normal, nenhum destes sintomas é tão acentuado a ponto de trazer prejuízos graves à vida pessoal ou profissional.

Ela enfatiza que a variação de humor muito frequente deve ser vista com atenção: "Oscilação de humor não é algo normal. É preciso buscar a causa, seja ela uma tensão pré-menstrual, uma depressão ou algo mais grave", explica.

A psicóloga e terapeuta de casal e família Miriam Barros explica que o bipolar costuma exibir comportamentos que destoam da sua personalidade. "É aquela pessoa mais retraída que, do dia pra noite, passa a ser altamente sociável; que começa a ter impulsos de consumo e se endividar; alguém mais apático que passa a demonstrar euforia inexplicável ou energia exagerada, acompanhada de ideias grandiosas."

Ela acrescenta que as pessoas que convivem com um bipolar podem identificar os sintomas mais facilmente do que o próprio: "É aquele indivíduo que você nunca sabe como vai encontrar, não sabe se ela vai sorrir pra você, dar uma 'patada', ou se vai estar profundamente desanimado."

Segundo Mirian, a doença é predominantemente genética e normalmente aparece na fase da adolescência, desencadeada por episódios traumáticos ou estressantes como perdas, separações ou decepções.

A doutora indica atenção redobrada às pessoas que têm na família casos de distúrbios mentais. Ela enfatiza que a ajuda dos parentes e amigos é muito importante para auxiliar o bipolar na detecção da doença e encorajá-lo a buscar ajuda.

Negar a doença só complica o quadro
As especialistas são unânimes em afirmar que o diagnóstico do transtorno bipolar é algo complexo e, muitas vezes, é prejudicado pelo próprio paciente, que se nega a acreditar que tem algum tipo de problema. De acordo com Doris, o que complica mais ainda são os picos de euforia: "Geralmente, as pessoas só procuram um médico quando sentem sintomas de depressão. Já quando têm crises de euforia, acham que é algo normal e que são capazes de tudo."

Geralmente, as pessoas só procuram um médico quando sentem sintomas de depressão. Já quando têm crises de euforia, acham que é algo normal e que são capazes de tudo
Doris Hupfeld Moreno

Segundo a psiquiatra, nestas condições a pessoa fica com a mente acelerada e fisicamente mais energizada, pensa demais, tem muitas ideias, não consegue relaxar e gasta o máximo de energia que pode. Além disso, nota-se uma maior impulsividade, que pode se refletir no abuso de álcool e drogas e no aumento da libido.

Para ela, este é outro fator complicador, pois algumas pessoas chegam a acreditar que são dependentes químicas ou viciadas em sexo, quando a raiz do problema é outra. "Hoje sabemos que isso traz um impacto negativo sobre o cérebro e, quanto antes a pessoa se tratar, mais ela o protegerá de um possível envelhecimento precoce", explica.

Doris afirma que a ausência de tratamento pode prejudicar os relacionamentos e também a vida profissional: "Mesmo uma pessoa com transtorno bipolar leve tem irritabilidade e acaba causando intrigas. Isso pode minar a capacidade de ser um bom pai ou um bom parceiro, e também irá trazer problemas no trabalho, pois, por mais que essa pessoa se especialize e encha o currículo, sem medicação ela terá dificuldade de usar 100% do seu potencial."

Tratamento adequado, vida normal
A psicóloga Miriam enfatiza que, por ser uma doença que desencadeia reações químicas, não há como restringir o tratamento somente à psicoterapia. "O psiquiatra irá receitar a medicação ideal para o paciente. Geralmente, são utilizados estabilizadores de humor, combinados às sessões de terapia."

Por ser uma doença crônica, o acompanhamento deve ser constante, e a doutora explica que o paciente também deve prestar atenção aos hábitos do dia a dia e viver em busca de uma vida menos estressante, tentando driblar as tensões: "Atividades como ioga e meditação são boas alternativas para ajudar a pessoa a encontrar seu equilíbrio e evitar o estresse, que é o que desencadeia as crises. Também é preciso dormir a quantidade de horas certa e se alimentar bem. Enfim, fazer coisas pensando em não exigir muito do corpo", observa.

As especialistas ressaltam a importância da ajuda de um profissional, que vai diagnosticar o paciente da maneira adequada e dará andamento ao tratamento, permitindo que o bipolar leve uma vida normal. "Os sintomas são muito diversos, mas um especialista consegue distinguir isso e ensinar os pacientes a lidar com os sintomas. Quando isso acontece, é muito bonito, porque a pessoa aprende a diferenciar os sentimentos", finaliza a doutora.

quarta-feira, 4 de setembro de 2013

Pesquisadores encontram "elo perdido" na luta contra mal de Alzheimer


O combate ao mal de Alzheimer deu nesta quarta-feira (4) um passo importante. Pesquisadores da escola de medicina de Yale, nos Estados Unidos, encontraram uma proteína que julgam ser o "elo perdido" na cadeia de eventos que leva ao desenvolvimento da doença.
Durante a pesquisa, cientistas conseguiram restaurar a memória de ratos de laboratório que tinham danos cerebrais causados pela doença apenas bloqueando a proteína em questão com um remédio que já é fabricado.
"O mais animador é que, entre todas as ligações nessa cadeia, essa [proteína]  é a que mais facilmente pode ser atingida por medicamentos", comemorou o professor de neurologia Stephen Strittmatter.
O artigo publicado nesta quarta na publicação Neuron revela que a proteína dentro da membrana celular conhecida como mGluR5 é o "elo perdido" encontrado pelos pesquisadores.
FONTE:  http://br.noticias.yahoo.com/pesquisadores-encontram--elo-perdido--na-luta-contra-mal-de-alzheimer-193408287.html

China registra dados de portadores de distúrbios mentais em banco de dados

Os portadores de graves doenças mentais serão registrados em um banco de dados nacional para receberem melhor tratamento médico e preveni-los de ferir outros.
  A Comissão Nacional da Saúde e do Planejamento Familiar emitiu nesta segunda-feira um documento sobre a administração de pacientes portadores de esquizofrenia, transtorno esquizoafetivo, transtorno ilusório, paranoia esquizofrenia, os quais estão entre as seis categorias de transtornos graves na primeira Lei sobre Saúde Mental do país que entrou em vigor em maio.
  Doentes e os que ferem outros devem ser registrados no sistema nacional de administração de informação de doenças mentais, disse o documento.
  Segundo o documento, informações pessoais sobre o doente devem ser protegidas rigorosamente para garantir a privacidade, e a divulgação das informações para outras instituições é proibida, exceto em circunstâncias especiais estipuladas pela lei.
  Hospitais devem receber relatórios sobre portadores de graves doenças mentais depois de diagnóstico médico, diz o documento.
  O hospital deve registrar o doente no sistema nacional, ou entregar um relatório escrito à agência de nível distrital para prevenção e tratamento de doenças mentais, dentro de dez dias depois da alta do paciente, disse.
  A agência de nível distrital deve informar a instituição médica perto da casa do doente, para que médicos possam realizar visitas regulares e orientar o tratamento e a reabilitação, disse.
  A China tinha mais de 100 milhões de portadores de doenças mentais em 2009, incluindo 16 milhões sofrendo de graves doenças, segundo dados mais recentes do Centro de Controle e Prevenção de Doenças da China. Fim
por Xinhua
FONTE: http://portuguese.cri.cn/1721/2013/09/02/1s171861.htm

domingo, 1 de setembro de 2013

Somos Quem Podemos Ser - Engenheiros do Hawaii


Um dia me disseram
Que as nuvens não eram de algodão
Um dia me disseram
Que os ventos às vezes erram a direção
E tudo ficou tão claro
Um intervalo na escuridão
Uma estrela de brilho raro
Um disparo para um coração
A vida imita o vídeo
Garotos inventam um novo inglês
Vivendo num país sedento
Um momento de embriaguez
Nós
Somos quem podemos ser
Sonhos que podemos ter
Um dia me disseram
Quem eram os donos da situação
Sem querer eles me deram
As chaves que abrem essa prisão
E tudo ficou tão claro
O que era raro ficou comum
Como um dia depois do outro
Como um dia, um dia comum
A vida imita o vídeo
Garotos inventam um novo inglês
Vivendo num país sedento
Um momento de embriaguez
Nós
Somos quem podemos ser
Sonhos que podemos ter
Um dia me disseram
Que as nuvens não eram de algodão
Um dia me disseram
Que os ventos às vezes erram a direção
Quem ocupa o trono tem culpa
Quem oculta o crime também
Quem duvida da vida tem culpa
Quem evita a dúvida também tem
Somos quem podemos ser
Sonhos que podemos ter

Pobreza prejudica desempenho mental, indica estudo

Odd Andersen/Arquivo AFP
Favela da cidade de Nkaneng, na África do Sul, em imagem de 9 de julho
Um estudo publicado pela revista "Science" na quinta-feira (29) indica que a pobreza pode ser um fator que prejudica o desempenho mental. Segundo a análise dos autores, liderados por Ananda Mani, da Universidade de Warwick, no Reino Unido, a falta de recursos "drena" as reservas mentais.
Pesquisas anteriores já haviam identificado relações entre a pobreza e prejuízo à cognição, mas o novo artigo – que teve colaboração das universidades Harvard e Princeton, nos EUA, e de British Columbia, no Canadá – sugere uma relação causal entre a falta de dinheiro e uma diminuição das faculdades cognitivas, que envolvem funções como atenção, percepção, memória, raciocínio, imaginação, pensamento e linguagem.
Em uma parte do estudo, os cientistas avaliaram o desempenho de 101 pessoas em atividades simples em um computador, enquanto elas precisavam pensar sobre quatro cenários de problemas financeiros hipotéticos, como o conserto de um carro, após terem ido a um shopping center de Nova Jersey, entre 2010 e 2011.
Quando o preço do conserto era menor (R$ 356), os voluntários de renda mais baixa (R$ 47.500 anuais, ou quase R$ 4 mil mensais) tiveram um desempenho melhor do que quando o suposto reparo era mais caro (R$ 3.562). Ao mesmo tempo, os participantes com renda alta (R$ 165.250 anuais, ou R$ 13.770 mensais) tiveram um bom desempenho nas duas situações.
Além disso, quando os cenários fictícios eram fáceis, ou seja, os problemas financeiros não pareciam tão graves, tanto os pobres quanto os ricos se saíram bem nos testes.
Em média, uma pessoa preocupada com problemas financeiros teve uma queda na função cognitiva semelhante à perda de até 13 pontos no QI (quoeficiente de inteligência), o equivalente à perda de uma noite inteira de sono, destaca o estudo.
"Estamos argumentando que a falta de recursos financeiros em si pode levar a um prejuízo da função cognitiva. A própria condição de não ter o suficiente pode realmente ser uma causa de pobreza", diz o professor assistente de psicologia Jiaying Zhao, da Universidade de British Columbia.