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sábado, 14 de setembro de 2019

Como identificar comportamentos depressivos nas redes sociais.

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Quando uma pessoa começar a usar mais as redes, ficando mais isolada, por exemplo, ou quando ela começa a "seguir páginas com conteúdo que tenham mais relação com depressão ou questões ligadas à morte" - esses são possíveis sintomas de depressão ou tendência de suicídio.
"Muita gente vai fazer essa comunicação nas redes. O difícil é conseguir entender até que ponto é um pedido de ajuda ou uma comunicação de que vai fazer alguma coisa naquele momento."
As pessoas se expressam de maneira diferente em redes diferentes - com menos sinceridade em posts do Facebook, por exemplo, e mais abertura em comentários de vídeos no YouTube, que não aparecem para as redes de contato -, e plataformas também têm tomado medidas para monitorar o conteúdo.
Usuários que identificarem conteúdo impróprio, como vídeos ou mensagens incitando o suicídio ou mensagens de pessoas que pareçam inclinadas a tentar isso, também podem agir, usando canais de denúncias das plataformas (no Facebook, clicando nos três pontinhos no canto superior direito da publicação; no YouTube, nos três pontinhos localizados no canto inferior direito de cada vídeo; no Twitter, na lateral direita superior do tuíte; no Instagram, nos três pontinhos do lado

Identifiquei os sinais. E agora, o que faço?

Se você desconfiar que alguém próximo está pensando em suicídio, não fique parado, tome uma atitude.
A primeira atitude pode ser começar uma conversa com a pessoa. Aborde com uma "postura acolhedora", diz o psicólogo E. Scavacini.
É preciso "segurar o julgamento" e começar uma conversa dizendo, por exemplo: "Estou preocupado com você, percebi que você está assim [diga como]. Está acontecendo alguma coisa? Estou aqui para te ajudar" ou então: "Como você está se sentindo hoje?"
Escute. Depois que perguntar como ela está, o importante é deixar a pessoa falar. "Muitas vezes, a pessoa colocar em palavras o que ela está sentindo pode ser relevante. Ela pode sentir que é importante para alguém, e isso pode lhe dar um bom apoio", afirma a psicóloga.
Escolha um lugar calmo e converse com tempo, dando total atenção à pessoa e ao que ela tem para falar. Ela pode demorar um pouco para se abrir, então seja paciente. 
Na conversa, é importante perguntar se a pessoa está pensando em fazer alguma coisa com ela mesma.
"Se ela disser que sim, você deve tentar conectá-la a um serviço de saúde mental. Pode se oferecer para ir junto, garantindo que ela receba algum tipo de ajuda e checando depois se ela realmente chegou a ir e se conseguiu a ajuda de que precisva. A pessoa com sofrimento emocional intenso precisa ser guiada", afirma Scavacini.
Ela lembra que há vários caminhos: faculdades, clínicas, escolas, CAPS (Centro de Atenção Psicossocial).
Se a pessoa disser que não está pensando em fazer algo, você deve se colocar à disposição para conversar com ela. Dizer: "Estou preocupado, estou aqui para o que você precisar", continuar oferecendo ajuda e, de tempos em tempos, voltar a ter essa conversa. "Já se for um jovem e você for pai ou mãe, você vai tentar conversar mais vezes, marcar uma consulta para o jovem", diz Scavacini.
Se o adulto disser que está pensando em se matar e disser concretamente que tem uma arma em casa ou que já pensou a maneira como vai fazer isso, é recomendável procurar a família e procurar a orientação de profissionais da saúde mental.
Cada caso é diferente de outro e caso os sinais sejam identificados, o importante é agir.
FONTE:  https://www.bbc.com/portuguese/geral-49636666

terça-feira, 3 de setembro de 2019

Setembro Amarelo: é preciso prevenir depressão entre LGBTs

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Este mês é o Setembro Amarelo, campanha voltada à prevenção do suicídio e valorização da vida. No Distrito Federal, um projeto do deputado Fábio Félix foi aprovado, determinando um direcionamento especial dessa campanha à população LGBT.
De acordo com o projeto apresentado à Câmara Distrital do Distrito Federal (CLDF), pesquisa realizada pela Universidade de Columbia constatou que a população LGBT tem 5 vezes mais chances de cometer suicídio do que os heterossexuais cisgêneros. Dependendo do ambiente onde o indivíduo esteja, o número pode subir até 20 vezes. Pelo levantamento do Grupo Gay da Bahia, no ano de 2017, das 445 mortes de LGBTIs no Brasil, 58 foram suicídios.
Além da questão fisiológica que pode gerar depressão em alguém, para LGBTs, além dela, ainda tem o meio hostil.
Por exemplo, a falta de aceitação familiar, ofensas constantes, bullying, opressão no ambiente de trabalho e/ou ameaças à sua integridade física. Essas são circunstâncias, infelizmente, a quais estamos sempre sujeitos. Num momento mais fragilizado, pode justamente direcionar alguém a querer terminar com sua vida. 
FONTE:https://www.metropoles.com/colunas-blogs/vozes-lgbt/setembro-amarelo-e-preciso-prevenir-depressao-entre-lgbts 

domingo, 1 de setembro de 2019

Prince - When doves cry



Como você pode me deixar esperando?
Sozinho em um mundo que é tão frio
Talvez eu seja exigente demais
Talvez eu seja igual ao meu pai, ousado demais
Talvez você seja como a minha mãe
Ela nunca está satisfeita (ela nunca está satisfeita
Por que nós gritamos um com o outro?
Este é o som que faz quando as pombas choram

Toque, se puder, o meu interior
Sinta como estremeço por dentro
Você tem todas as borboletas amarradas
Não me faça ir atrás de você
Até as pombas têm orgulho

Como você pode me deixar esperando?
Sozinho em um mundo tão frio (mundo tão frio)
Talvez eu seja exigente demais
Talvez eu seja igual ao meu pai, ousado demais
Talvez você seja como a minha mãe
Ela nunca está satisfeita (ela nunca está satisfeita)
Por que nós gritamos um com o outro?
Este é o som que faz quando as pombas choram

Como você pode me deixar esperando?
Sozinho em um mundo que é tão frio
Talvez eu seja exigente demais
Talvez eu seja igual ao meu pai, ousado demais
Talvez você seja como a minha mãe
Ela nunca está satisfeita (ela nunca está satisfeita
Por que nós gritamos um com o outro?
Este é o som que faz quando as pombas choram.

FONTE:https://www.letras.mus.br/prince/31703/traducao.html

sexta-feira, 30 de agosto de 2019

Brasil é o país mais deprimido e ansioso da América Latina

domingo, 25 de agosto de 2019

JOY DIVISION - INSIGHT


Acho que os sonhos sempre se acabam
Eles não crescem, apenas declinam
Mas eu não me importo mais
Eu perdi a vontade de querer mais
Eu não estou com medo, de jeito nenhum
Eu os assisto enquanto eles caem
Mas eu lembro
De quando éramos jovens

Aqueles com hábitos de desperdício
O senso de estilo e o gosto
De terem certeza que você estava certo
Ei, você não sabe que estava certo?
Eu não estou mais com medo
Eu mantenho meus olhos na porta
Mas eu lembro

Lágrimas e tristeza por você
Receio do medo por você
Reflete um momento no tempo
Um momento especial no tempo
Sim, nos desperdiçamos nosso tempo
Nós na verdade não tivemos tempo
Mas nós lembramos
De quando éramos jovens

E todos os anjos de Deus acautelam-se
E todos vocês, julgadores, acautelam-se
Filhos da casualidade, cuidem-se bem
Por todas as pessoas lá fora
Eu não estou mais com medo.

FONTE:https://www.letras.mus.br/joy-division/104991/traducao.html

sexta-feira, 23 de agosto de 2019

A droga mais utilizada pelos caminhoneiros

A cocaína ultrapassou a anfetamina, conhecida como “rebite”, e já é a droga mais utilizada por caminhoneiros que querem se manter acordados por várias horas.
Segundo laboratórios credenciados para aplicar o teste toxicológico exigido para a obtenção ou a renovação da CNH (Carteira Nacional de Habilitação) nas categorias C, D e E, mais da metade dos resultados positivos indicam o uso de cocaína.
A obrigatoriedade do exame toxicológico foi estabelecida pela Lei Federal 13.103, conhecida como Lei do Caminhoneiro, sancionada em março de 2015 e que entrou em vigor um ano depois.
Caso o resultado seja positivo para maconha, cocaína, anfetaminas ou opiáceos, o motorista deve esperar 90 dias para solicitar um novo teste. A janela também é de 90 dias – se o motorista utilizar alguma dessas drogas neste período, o uso é identificado no teste.
“A partir do momento em que a legislação foi amadurecendo, os motoristas foram incorporando esse processo e agora eles estão mais precavidos”, diz Jean Haratsaris, gerente geral da DB Toxicológico, um dos laboratórios credenciados para aplicar o teste. “Desde então, houve uma redução de 40% no número de acidentes com veículos pesados”.
O exame que permite uma detecção do uso de drogas em um período maior utiliza 120 fios de cabelo, com quatro centímetros de comprimento, ou um chumaço de pelos equivalente a uma bola de algodão de dois centímetros de diâmetro. Exames de urina, explica Haratsaris, detectam a presença de substâncias proibidas consumidas apenas nos últimos cinco dias. “A droga mais utilizada até pouco tempo atrás era o rebite, que perdeu o status para a cocaína.
O custo baixou e ela é vendida em muitos pontos das estradas”, relata Haratsaris. “O acesso é mais fácil, mas há uma série de problemas colaterais”. O doutor em toxicologia e análises toxicológicas Fabiano Mateus avalia que a cocaína também ganhou espaço porque o rebite pode não apresentar o efeito desejado após um uso contínuo.
“Para diminuir o tempo gasto entre os trajetos e estar ligado 24 horas por dia, muitos caminhoneiros optam por utilizar substâncias mais pesadas”, diz. “Os sintomas são muito perigosos, pois em vez de aumentar os reflexos, a substância os diminui, o que pode ser fatal enquanto se está dirigindo”.
O Ministério Público do Trabalho estima que um terço dos caminhoneiros brasileiros utilizam algum tipo de substância para se manter acordado. Segundo a PRF (Polícia Rodoviária Federal), em 2017 foram registrados 89.318 acidentes graves nas estradas e 48% deles foram provocados por caminhões.
FONTE: https://dbtoxicologico.com.br/noticias/droga-mais-utilizada-pelos-caminhoneiros-e-cocaina/

domingo, 18 de agosto de 2019

O mistério da histeria coletiva que afetou 39 estudantes