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quinta-feira, 15 de janeiro de 2015

Drogas

ConceitoDroga é toda e qualquer substância, natural ou sintética que, introduzida no organismo modifica suas funções. É um termo que abrange uma grande quantidade de substâncias, que pode ir desde o carvão à aspirina.
A palavra droga, presta-se a várias interpretações, mas ao senso comum é uma substância proibida, de uso ilegal e nocivo ao indivíduo, modificando-lhe as funções, as sensações, o humor e o comportamento.

Classificação das drogas
A classificação das drogas segundo o NIDA (National Institute of Drug Abuse) é a seguinte:
As drogas depressoras – diminuem a atividade do sistema nervoso central. Estas integram os Opiáceos (ópio, morfina, heroína e metadona), as bebidas alcoólicas (vinho, cerveja, licores, entre outras) e os hipnóticos e sedativos (soníferos e tranquilizantes);
As drogas estimulantes – aumentam a atividade do sistema nervoso central, podendo ser maior (anfetaminas e cocaína) ou menor (café, chá, tabaco, cacau) a atividade que exercem.
As drogas depressoras e estimulantes – estas alteram a percepção cuja influência é ao nível da consciência e de algumas sensações. Aqui encontramos os Alucinógenos (LSD, mescalina), a Cannabis (marijuana e haxixe), as drogas de desenho (ecstasy) e os inalantes (dissolventes).

Tipos de Drogas
Álcool
O álcool é uma droga depressora, que se apresenta sob a forma de um líquido produzido a partir de cereais, raízes e frutos.
O álcool é a droga legal mais consumida em Portugal. No entanto, de acordo com a Legislação Portuguesa, só pode ser adquirida e consumida por maiores de 16 anos. Por ser legal, a maioria das pessoas não valoriza os riscos que esta droga representa para a saúde sendo visto como presença indispensável em festas e comemorações, caindo-se muitas vezes no abuso da substância.
Depois de consumir:
Eufórico;
Divertido;
Relaxado.
Se consumirmos de forma exagerada algumas vezes:
Perda de equilíbrio - descoordenação motora;
Agressividade;
Coma alcoólico.
Se consumirmos de forma exagerada durante muito tempo:Anemia;
Problemas hepáticos e gastrointestinais;
Diminuição das defesas do Sistema Imunitário.
Ecstasy (MDMA)
O ecstasy é uma substância sintética sendo o MDMA o componente mais comum responsável pelos seus efeitos. É uma substância estimulante com propriedades alucinogénas e apresenta-se sob a forma de cápsulas, comprimidos ou pó.
Depois de consumir:
Aumento de energia física e psíquica;
Elevação do humor e bem-estar;
Perda de apetite;
Aceleração do ritmo cardíaco e da tensão arterial.
Se consumirmos de forma exagerada algumas vezes:
Intoxicação (mais provável se consumido com outras drogas).
Se consumirmos de forma exagerada durante muito tempo:
Perturbações do sono;
Problemas cardíacos;
Intoxicações hepáticas;
Redução da resistência às infecções virais.
Cocaína
É uma droga estimulante que se apresenta sob a forma de um pó branco. Habitualmente inalada ou injetada, também pode ser consumida por outras formas (por absorção das mucosas, por exemplo: esfregando-a nas gengivas).
Depois de consumir:
Desinibição;
Aumento do ritmo cardíaco, arritmias e palpitações;
Perda de apetite;
Excitação.
Se consumirmos de forma exagerada algumas vezes:
Convulsões;
Agressividade;
Náuseas, vômitos;
Alucinações.
Se consumirmos de forma exagerada durante muito tempo:
Cansaço;
Inquietação;
Apatia sexual ou impotência;
Problemas cardíacos e respiratórios.
Heroína
Se consumirmos de forma exagerada algumas vezes:
Euforia;
Náuseas e vômitos;
Supressão da dor:
Abortos espontâneos.
Se consumirmos de forma exagerada durante muito tempo:
Dependência;
Doenças infecciosas como hepatite B e C;
SIDA.
Cannabis
A Cannabis apresenta-se sob três formas: a marijuana ou erva, o haxixe ou chamon e o óleo de cannabis ou óleo de haxixe. A cannabis é geralmente fumada com tabaco mas também pode ser consumida por ingestão.
A cannabis é uma droga com efeitos ambíguos, esta nem é estimulante nem depressora e só é alucinogéna se for tomada em grandes quantidades. Os seus efeitos começam após alguns minutos do consumo e podem durar uma hora ou mais.
Depois de consumir:
Relaxamento;
Desinibição;
Desconcentração;
Alterações físicas (aumento da frequência cardíaca, olhos vermelhos, aumento do apetite).
Se consumirmos de forma exagerada algumas vezes:
Alucinações;
Ansiedade;
Descoordenação motora.
Se consumirmos de forma exagerada durante muito tempo:Debilitação física;
Problemas respiratórios;
Problemas de memória, atenção e concentração.
Tabaco
O tabaco é fabricado a partir das folhas da Nicotina tabacum L. É uma droga estimulante que se apresenta sob a forma de cigarros, charutos, folhas para enrolar ou em pequenas folhas para colocar nos cachimbos. É uma folha da planta do tabaco seca à qual são adicionados outros químicos. Quando fumado o tabaco liberta milhares de substâncias químicas, entre elas a nicotina.
Depois de consumir:Descontração;
Estimulação intelectual;
Ação tranquilizante.
Se consumirmos de forma exagerada durante muito tempo:Enfraquecimento do sistema imunitário;
Úlceras digestivas;
Cancro do estômago e da boca.

Razões para o uso de drogas
Razões emocionais – Necessidade de aumento do amor-próprio e da auto-confiança, de se livrar das alterações emocionais, de reduzir a ansiedade ou tensão, de intensificar as emoções e de evitar a pressão de ter que tomar decisões.
Razões intelectuais – relacionam-se com os efeitos das drogas nos processos de pensamento, como por exemplo, para reduzir o tédio, evitar o cansaço mental, melhorar a capacidade de concentração e satisfazer a curiosidade.
Razões sociais – Necessidade de se relacionar com outras pessoas, como por exemplo para ser aceite como membro de um grupo, ganhar reconhecimento ou admiração dos amigos, ultrapassar a timidez, fugir de alguns problemas de solidão e aumentar a comunicação com outras pessoas.
Razões físicas – Efeitos físicos causados pelo uso das drogas, como por exemplo para se livrar das dores, intensificar a expressão de determinados comportamentos emocionais, aumentando ou diminuindo a euforia (o rir, o sorrir) a tristeza (o chorar), para aumentar a energia ou a resistência e não sentir fome.
Não existe apenas uma razão que explique o consumo de drogas, mas sim uma combinação entre elas. Por exemplo, fumar marijuana, pode satisfazer a necessidade de receber a aprovação dos outros e a de sentir amor-próprio.

Consequências
Físicas
Efeitos físicos do consumo: overdose. Pode ainda existir o risco de contágio pelo vírus do HIV/SIDA, da tuberculose e das hepatites, bem como de outras infecções, não só pela via do ato do consumo (partilha de seringas e outros utensílios) mas também devido a outros comportamentos de risco (por exemplo comportamentos sexuais de risco) que aumentam quando se utiliza drogas. Para além disso, são frequentes os acidentes de viação provocados pelo consumo de drogas e/ou álcool.

Psíquicas
Dificuldades intelectuais, perturbações mentais, depressões, ansiedade, falta de memória, dificuldades de concentração, pensamentos estranhos, variações de humor, entre outros.

Financeiras e econômicas
As drogas são caras e por isso exigem grandes quantias de dinheiro. Frequentemente os consumidores de drogas gastam acima das suas possibilidades, contraem dívidas e cometem atos ilegais para sustentar o consumo.

Sociais
Dificuldades no relacionamento com os outros, rejeição por parte dos outros, solidão e, no limite, dependência de instituições (de tratamento, de solidariedade social, etc.). As drogas, como o álcool, também podem originar comportamentos violentos (por exemplo, violência familiar ou violência nas ruas e em locais de diversão).

Tratamento
Os tratamentos nos CATs baseiam-se em três processos:
Desintoxicação ou ajuda no processo de eliminação do consumo sem sofrer o síndrome de abstinência.
Reabilitação psicológica do toxicodependente. Não basta que ele deixe de consumir. Aliás, a eliminação do consumo ou desintoxicação é a fase mais fácil do processo; só na reabilitação psicológica é que começa a parte difícil do tratamento. É necessário que o toxicodependente sinta que é capaz e tem razões para viver sem a droga, estimulando e desenvolvendo a sua auto-estima, os seus interesses e as suas capacidades através de diversas atividades e aconselhamento familiar.
Reinserção social é também uma parte difícil do processo. É necessário que o (ex) toxicodependente trabalhe, eventualmente constitua família, e se insira progressivamente em associações ou em atividades integradas no seu meio social. 
FONTE:  http://problemassociais-12j.blogspot.com.br/2009/05/drogas.html

quinta-feira, 25 de dezembro de 2014

ATO FALHO

Ato falhado (português europeu) ou ato falho (português brasileiro), lapso freudiano ou parapráxis, ou ainda a expressão latina lapsus linguae, é um erro na fala, na memória, na escrita ou numa acção física que seria supostamente causada pelo inconsciente. É parte dos estudos da Psicanálise.1
Alguns erros, como o marido que acidentalmente troca o nome da própria esposa pelo da amante, parecem representar casos relativamente claros de actos falhos ou deslizes freudianos. Noutros casos, erros triviais ou bizarros na aparência podem encerrar um significado mais profundo se analisados.
Os actos falhos não são limitados ao discurso oral ou a desejos sexuais reprimidos, podendo afectar até mesmo a cognição, que se vê prejudicada por fixações do inconsciente.
Sigmund Freud descreveu o fenômeno em seu livro A Psicopatologia da Vida Cotidiana, de 1901, denominando-o Fehlleistung em língua alemã (em português a tradução é acto falhado (português europeu) ou ato falho (português brasileiro); em inglês usa-se a expressão Freudian slip) .
Através do ato falho o desejo do inconsciente é realizado. Por isto pode ser inferido que nenhum gesto, pensamento ou palavra acontece acidentalmente. Os atos falhos são diferentes do erro comum.
Freud evidenciou que o ato falho era como sintoma, constituição de compromisso entre o intuito consciente da pessoa e o reprimido.
Ato falho abrange também erros de leitura, audição ou dicção de palavras. São circunstâncias acidentais que não tem valor e não possuem consequência prática.
Os atos falhos são compreendidos por muitas pessoas como falta de atenção, cansaço, eventualidade, porém podem ser interpretados como manifestações reprimidas.

Bibliografia

  • FREUD, Sigmund (1901) - Psicopatología da vida cotidiana.

quinta-feira, 18 de dezembro de 2014

Estresse precoce pode agravar depressão na vida adulta, indica pesquisa

Fapesp - Samuel Antenor 28.08.2014 - 13h31 | Atualizado em 28.08.2014 - 13h37
Agência FAPESP – Uma pesquisa realizada na Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo (FMRP-USP) verificou que o chamado estresse precoce – termo que engloba tanto traumas e maus-tratos físicos como abusos sexuais e emocionais sofridos por crianças e adolescentes – pode agravar quadros de depressão na vida adulta.
Coordenada por Mario Juruena, professor no Departamento de Neurociências e Ciências do Comportamento da FMRP, a pesquisa detectou registros permanentes no cérebro de quem passou por esse tipo de estresse e estabeleceu um meio de identificar a relação entre causa e efeito em diferentes tipos de depressão.
Em parceria com o professor Anthony Cleare, do King’s College London, instituição britânica que mantém acordo de cooperação com a FAPESP, Juruena identificou alterações no eixo hipotálamo-pituitária-adrenal (HPA) – parte do sistema neuroendócrino que percebe as situações causadoras de estresse – como resultado de estresse precoce em pacientes com psicopatologias depressivas na vida adulta.
Desenvolvido em colaboração com a Seção de Neurobiologia dos Transtornos de Humor da Unidade de Doença Afetiva do Instituto de Psiquiatria do King’s College, o estudo avaliou a associação entre abusos físico, sexual e emocional e negligências na infância e alterações específicas no eixo HPA e na função de receptores de hormônios responsáveis pelo metabolismo celular. O objetivo foi analisar desequilíbrios provocados pelo estresse precoce em dois subtipos prevalentes de depressão – a atípica e a melancólica.
“Buscamos avaliar quadros de depressão atípica e melancólica em adultos com dificuldade de resposta a tratamentos, o que tende a ocorrer com mais frequência quando há histórico de estresse precoce”, disse Juruena à Agência FAPESP. Segundo ele, estudos anteriores e a experiência em atendimento clínico indicam que, em geral, 50% dos casos de depressão não respondem ao tratamento.
Os pacientes estudados foram divididos em três grupos distintos. Em todos foram medidos os níveis de secreção do hormônio cortisol e suas correlações com os receptores.
O primeiro grupo foi formado por pessoas com histórico de estresse precoce e quadros de depressão. O segundo, por pessoas com quadros de depressão, porém sem histórico de estresse precoce. No terceiro (grupo controle), foram reunidos indivíduos saudáveis sem histórico de maus-tratos nem sintomas de depressão.
Em todos, foi aplicado o Childhood Trauma Questionnaire (CTQ), um tipo de questionário sobre traumas na infância com perguntas sobre abusos sexual, físico e emocional, negligência física e negligência emocional.
Também foi feita uma avaliação das funções dos receptores do hormônio cortisol em cada um dos sujeitos, correlacionando os resultados psicométricos da gravidade da depressão e do estresse com os resultados neurobiológicos do eixo HPA e dos receptores.
Aos pesquisados, também foram ministradas substâncias corticoides, como fludrocortisona, prednisolona, espironolactona e dexametasona. Essas substâncias interagem com os receptores de cortisol de modo diferente e seletivo e indicam em que receptor o paciente apresenta disfunções do eixo HPA, por meio da secreção de cortisol – que foi avaliado em amostras de saliva.
Oitenta por cento dos pacientes do primeiro grupo receberam o diagnóstico de depressão atípica. Entre os sintomas desse tipo de depressão estão a hiperfagia – tendência a comer em demasia, sobretudo doces e carboidratos – e a hipersonia – propensão para dormir muito. Eles são resultado de uma liberação muito baixa de cortisol pelo eixo HPA.
Por outro lado, a maioria dos pacientes do segundo grupo foi diagnosticada com depressão melancólica. Nesse caso, o desequilíbrio no eixo HPA provoca a liberação de altos índices de cortisol, levando a quadros de insônia e perda de apetite.
Genética e epigenética
De acordo com o professor da FMRP, a pesquisa indicou que o estresse precoce exerce influência sobre as pessoas consideradas suscetíveis a apresentar um dos subtipos de depressão na vida adulta.
Mesmo passando por eventos traumáticos na infância e adolescência, há pessoas que não desenvolvem quadros depressivos, pois não apresentam predisposição genética à depressão, “tendo algum tipo de resiliência”, disse Juruena.
“Os quadros de depressão apresentam uma interação entre a vulnerabilidade do indivíduo e o ambiente adverso em que ele viveu ou vive. Se um indivíduo com predisposição genética à depressão sofrer maus-tratos, os riscos de que desenvolva a doença aumentam muito. Isso ocorre por causa de fatores epigenéticos, ou seja, pela influência de fatores externos [ambientais, sociais, econômicos] na constituição física e psíquica dos indivíduos”, disse.
Segundo Juruena, embora a síntese de proteínas esteja relacionada à herança genética de cada pessoa, crianças que passam por estresse precoce têm modificadas suas características de liberação de proteínas. Fatores ambientais exerceriam o dobro de influência nos quadros depressivos, em comparação com fatores genéticos.
“Quando a criança sofre estresse precoce, essa informação impacta o eixo HPA, onde deixa cicatrizes. Na vida adulta, isso torna mais grave os casos de depressão. A pessoa deprimida passa a ter a sua condição físico-emocional determinada por essa alteração, apresentando oscilações nos níveis hormonais, como o de cortisol, para mais ou para menos, dependendo do subtipo de depressão”, disse Juruena.
Trabalhos feitos pelo pesquisador apontam que cerca de 70% dos pacientes com depressão têm histórico de maus-tratos. Além de maior resistência aos tratamentos, também apresentam maiores índices de recaída e de comorbidade.
“A discussão em torno de leis que proíbam maus-tratos contra crianças considera abusos físicos, mas trata pouco dos abusos emocionais, que envolvem destratar, humilhar e agredir uma criança verbalmente. A agressão com palavras, no entanto, também deixa cicatrizes, impulsionando o desenvolvimento de patologias na vida adulta, como pudemos verificar na pesquisa”, disse Juruena.
“O abuso e as negligências emocionais no desenvolvimento de uma criança são os fatores que mais causam impacto na gravidade da depressão”, disse.
Estudo compartilhado
Para Juruena, que realizou doutorado e pós-doutorado no Instituto de Psiquiatria do King’s College, o conhecimento desenvolvido sobre depressão na Unidade de Doenças Afetivas da instituição favoreceu o aprimoramento das pesquisas na FMRP.
“A depressão é uma doença muito resistente ao tratamento, com fatores que podem influenciar a gravidade dos sintomas e gerar cronicidade. Esse estudo nos permitiu chegar a dados que ajudam a corroborar tais evidências, já apontadas em pesquisas anteriores realizadas em colaboração com a equipe do professor Anthony Cleare”, disse.
Recentemente, segundo Juruena, outras pesquisas no Brasil também abordaram o tema, incluindo trabalhos feitos no grupo do Programa de Assistência, Ensino e Pesquisa em Estresse, Trauma e Doença Afetiva (EsTraDA), também na FMRP-USP, do qual faz parte. Mas o pesquisador destaca que são necessários novos estudos para elucidar os mecanismos envolvidos na ligação entre o estresse precoce e quadros depressivos na vida adulta.
  • Direitos autorais: Creative Commons - CC BY 3.0
  • Fonte: http://www.ebc.com.br/noticias/saude/2014/08/estresse-precoce-pode-agravar-depressao-na-vida-adulta-indica-pesquisa

domingo, 7 de dezembro de 2014

Melhor do que ontem - Capital Inicial.

 
 
Eu ainda sinto o gosto
Da noite passada
Que parecia não ter fim
Espero que hoje
Seja melhor do que ontem
Espero que hoje
Seja melhor do que ontem
Com o sol no meu rosto
Eu vejo você
De longe olhando pra mim
Espero que hoje
Seja melhor do que ontem
Espero que hoje
Seja melhor do que ontem
Eu levanto e vou
Quando a vida me alcançar
Tudo isso vai passar
Eu esqueço onde estou
Sem ter medo, sem pensar
Deixo o vento me levar (deixo o vento me levar)
As horas sem dormir
Os dias que parecem
Que nunca vão acabar
Espero que hoje
Seja melhor do que ontem
Espero que hoje
Seja melhor do que ontem
Eu me vejo no espelho
E olho por olhar
E volto a respirar
Espero que hoje
Seja melhor do que ontem
Espero que hoje
Seja melhor do que ontem
Eu levanto e vou
Quando a vida me alcançar
Tudo isso vai passar (tudo isso vai passar)
Eu esqueço onde estou
Sem ter medo, sem pensar
Deixo o vento me levar
Escolhas
Tantas coisas pra fazer
Vontades
O que se chama de viver
Desejos
Sempre vão mudar
Caminhos
Pronto pra recomeçar

Espero que hoje
Seja melhor do que ontem
Espero que hoje
Seja melhor do que ontem

Espero que hoje
Seja melhor do que ontem
Espero que hoje
Seja melhor do que ontem

domingo, 23 de novembro de 2014

Rivotril

 Rivotril (clonazepam) - Indicações

Distúrbio epiléptico:
Rivotril® está indicado isoladamente ou como adjuvante no tratamento das crises epilépticas mioclônicas, acinéticas, ausências típicas (petit mal), ausências atípicas (síndrome de Lennox-Gastaut). Rivotril® está indicado como medicação de segunda linha em espasmos infantis (Síndrome de West).
Em crises epilépticas clônicas (grande mal), parciais simples, parciais complexas e tônico-clônico generalizadas secundárias, Rivotril® está indicado como tratamento de terceira linha.
Transtornos de Ansiedade:
− Como ansiolítico em geral.
− Distúrbio do pânico com ou sem agorafobia.
− Fobia social.
Transtornos do Humor:
− Transtorno afetivo bipolar: tratamento da mania.
− Depressão maior: como adjuvante de antidepressivos (depressão ansiosa e na fase inicial de tratamento).
Emprego em síndromes psicóticas:
− Tratamento da acatisia.
Tratamento da síndrome das pernas inquietas
Tratamento da vertigem e sintomas relacionados à perturbação do equilíbrio, como náuseas, vômitos, pré-síncopes ou síncopes, quedas, zumbidos, hipoacusia, hipersensibilidade a sons, hiperacusia, plenitude aural, distúrbio da atenção auditiva, diplacusia.
Tratamento da síndrome da boca ardente

Contra-indicações de Rivotril (clonazepam)

Rivotril® não deve ser usado por pacientes com história de sensibilidade aos benzodiazepínicos ou a qualquer dos componentes da fórmula, por pacientes com insuficiência respiratória grave ou com insuficiência hepática grave. Pode ser usado em pacientes com glaucoma de ângulo aberto quando estão recebendo terapia apropriada, mas é contra-indicado em glaucoma agudo de ângulo fechado. 
FONTE: http://www.medicinanet.com.br/bula/4557/rivotril_clonazepam.htm

domingo, 16 de novembro de 2014

Well I Wonder - The Smiths



Well I wonder
Do you hear me when you sleep ?
I hoarsely cry
Oh ...
Well I wonder
Do you see me when we pass ?
I half die ...
Please keep me in mind
Please keep me in mind
Gasping - but somehow still alive
This is the fierce last stand of all I am
Gasping - dying - but somehow still alive
This is the final stand of all I am
Please keep me in mind
Well I wonder
Well I wonder
Please keep me in mind
Keep me in mind